<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783</id><updated>2011-09-13T15:17:39.721Z</updated><category term='Intelecção na ciência'/><category term='perspectiva universal'/><category term='Eric Voegelin'/><category term='Biografia'/><category term='conhecido desconhecido'/><category term='Probabilidade'/><category term='Filosofia geral'/><category term='Intelecção'/><category term='pensamento matricial'/><title type='text'>Filosofia da Consciência</title><subtitle type='html'>Blog do seminário de Filosofia da Consciência de Bernard Lonergan</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>82</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3925658917313041868</id><published>2007-12-03T07:17:00.000Z</published><updated>2007-12-03T07:18:34.236Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conhecido desconhecido'/><title type='text'>O "conhecido desconhecido"</title><content type='html'>A quarta grande unidade temática do livro Inteligência arranca do que Lonergan designa como o ‘conhecido desconhecido’. Se Descartes pediu à filosofia um método rigoroso, Hegel exigiu-lhe que explicasse não só a posição própria como a existência de posições contrárias. O elemento a priori da análise cognitiva deve ser completado pelo elemento a posteriori dos dados históricos. Como as questões são em número superior às respostas encontradas, “sabemos que não sabemos”. Como a mente humana tem facetas emotivas, o desconhecido aparecerá estranho e misterioso em oposição ao familiar e previsível. É o domínio do mistério e do mito de que se ocupam a história da cultura e a religião.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O problema da interpretação reside em compreender, de modo objectivo, a significação das palavras, e acções, em qualquer tempo e lugar, e como sendo uma expressão das fases da evolução do conhecimento humano de si e do mundo. O objectivo de qualquer interpretação é comunicar o acto de consciência principal do dado interpretado. Ora isso depende do autor, do intérprete e da audiência e exige uma interpretação reflexiva. A interpretação reflexiva atende ao contexto mas tem de contar com que as audiências variam com a cultura e o desenvolvimento intelectual. Existe um sentido histórico como existe um sentido comum para o nosso tempo e espaço. Mas o sentido ou experiência histórica também é susceptível de adulterações. Por isso, é preciso um método para conceber o desenvolvimento das audiências e uma técnica de expressão que escape à relatividade.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Insight, p.554-571&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3925658917313041868?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3925658917313041868/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3925658917313041868' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3925658917313041868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3925658917313041868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/12/o-conhecido-desconhecido.html' title='O &quot;conhecido desconhecido&quot;'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5586089664507930981</id><published>2007-11-30T12:22:00.000Z</published><updated>2007-12-10T15:52:48.826Z</updated><title type='text'>Eternamente me interrogarei!</title><content type='html'>Talvez sou do tipo que mais se interroga da sua própria razão de existir. De facto nada me impede de tal acto ou hábito. Sei que, na verdade, existe muita coisa ainda por aprender, e no peito pesa-me o mundo todo. Sinto nas costas o peso dos oceanos ao saber que todo o saber humano é passageiro, e por vezes me interrogo: Porque será que a ciência não é perfeita? E, lá do fundo, surge-me outra interrogação: Porque será que existem tantos termos para designar o Criador do Universo? Porque será que o homem não é perfeito aos olhos Desse Criador? Muitos divergem nas opiniões quanto ao conhecimento do Criador, outros divergem na perspectiva de olhar a condição humana de pecado,portanto, causada pela imperfeição do ser humano em si. Outros afirmam e lutam para alcançar a perfeição. Ora, vejamos, se o Criador é Todo-Omniponte, Sumamente Omnisciente, não será que tenha querido criar o homem na sua imperfeição? Porquê será que nos preocupamos tanto a procura da perfeição em vez da excelência? &lt;br /&gt;Ora, se cada homem pensasse que seria capaz de alcaçar a perfeição aos olhos dos homens, de certeza que não-o seria aos olhos de Deus! E, se for o caso, não será que esta é a forma perfeita que Deus achou alguma vez atribuir aos seres criados por Si?&lt;br /&gt;Não pretendo aqui pregar alguma heresia, nem jamais blasfémia, e muito menos uma nova ceita, apenas quero deixar a todos um desejo de ver as coisas de maneira positiva, sem nunca cair na teologia positiva. &lt;br /&gt;Daqui surgem no fundo, questões como a não comunhão das religiões do mundo, pois cada uma quer afirmar-se melhor em deterimento da outra, agindo como aquela que mais de perfeito tem  a imagem de Deus, como se as outars fossem meras assembleias de esquizofrénicos. No fundo disto venho colocar a possibilidade de cada um olhar o passado termo religião, no sentido de perceber como elas surgiram, não tendo uma visão polarizada ou dicotomizada, mas o sentido inicial do termo religião aparece como resposta à aquele ser humano que nos seus primórdios foi semnpre um ser com necessidade do espiritual (a busca do transcendente).E daí tirar partido não das suas concepções, mas daquilo que é a verdade, esta verdade que guia num bom sentido, e verá que nunca mais pegará em arma alguma para combater seja lá a quem for. Pois o transcendente requer não o desejo de vingança, o desejo de reconciliação e de amizade entre os homens.&lt;br /&gt;Por enquanto termino por aqui o meu pensamento, ainda que confuso, mas acho que dá para despertar alguma coisa da nossa consciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5586089664507930981?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5586089664507930981/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5586089664507930981' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5586089664507930981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5586089664507930981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/11/eternamente-me-interrogarei.html' title='Eternamente me interrogarei!'/><author><name>Edgar  Paulo Cadir</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13843597220920647801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Mp_dZVfZnmE/SpeUGi3RRmI/AAAAAAAAAGY/D3jyLvUmUVc/S220/Img027.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6071730505349883795</id><published>2007-10-08T10:32:00.000Z</published><updated>2007-10-08T10:38:25.880Z</updated><title type='text'>Fé e Insight</title><content type='html'>Gostaria de assinalar como ultimamente, nomeadamente no seminário que estou a fazer este semestre com o professor Domingos Terra se tem falado de como a fé passa também por este click, ou seja, pelo insight. Foi pelo Insight de Cristo como o Ressuscitado que todos os apóstolos tiveram que passar. Por exemplo, São Tomé, na famosa passagem em que pede para ver, para depois crer, faz a sua confissão de fé (Meu senhor e meu Deus) depois de ver que todos os dados da realidade lhe apontavam para que Cristo tinha ressuscitado. no entanto, sem este Insight, tomé poderia ter ficado pelo facto de Cristo não ter, por exemplo, sequer chegado a morrer. o mesmo se passa com os milagres, em que nem todos os que presenciavam os mesmos factos (as curas, por exemplo) terem visto a Jesus como o messias. Para que o ser humano possa alcnçar este insight na sua plenitude é sempre necessário uma conversão. Para Lonergan, esta conversão é sempre tripla, a saber: intelectual, moral e religiosa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6071730505349883795?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6071730505349883795/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6071730505349883795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6071730505349883795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6071730505349883795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/10/f-e-insight.html' title='Fé e Insight'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-894108067213325039</id><published>2007-08-20T10:53:00.001Z</published><updated>2007-08-20T10:54:49.974Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='perspectiva universal'/><title type='text'>A perspectiva universal</title><content type='html'>Do Epílogo de &lt;em&gt;Inteligência&lt;/em&gt;,de Bernard Lonergan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, embora exista uma metafísica latente comum a todas as mentes, também é comum uma interferência variável com o funcionamento apropriado do desejo puro de conhecer e, consequentemente, também é comum uma distorção da metafísica latente. A philosophia perennis está ladeada por contrafilosofias mais menos perenes. Tal como o desejo imparcial, desinteressado e irrestrito de conhecer é uma constante, também o são os princípios que interferem com o seu desdobramento. Por muito que as posições e as contraposições estejam em choque, uma análise dialéctica baseada numa teoria cognitiva suficientemente exacta pode conduzir a uma perspectiva universal que abranja simultaneamente (1) as posições na fase actual do seu desenvolvimento, (2) as posições em cada fase prévia do seu desenvolvimento, e (3) sucessivas contraposições do passado e do presente com as respectivas incoerências essenciais e a reivindicação que devem ser captadas de modo inteligente e afirmadas razoavelmente.&lt;br /&gt;Em resumo, os conceitos mudam na medida em que as coisas mudam, na medida em que a compreensão humana se desenvolve, e na medida em que esse desenvolvimento é formulado de modo coerente ou incoerente. Mas por detrás de cada mudança, há uma unidade subjacente, e essa unidade pode ser formulada explicitamente ao nível da antecipação heurística ou do método conscientemente adoptado ou de uma metafísica dialéctica. Segue-se que as mudanças na conceitualização não implicam qualquer multiplicidade derradeira e que, por detrás da variação conceptual, existe uma constante conceptual que pode ser formulada numa perspectiva universal.&lt;br /&gt;Finalmente, enquanto a noção da perspectiva universal foi trabalhada ao nível de uma metafísica dialéctica do ser proporcional, deve-se ter presente que recebe determinações adicionais nos nossos capítulos finais sobre o conhecimento transcendente. O conhecimento geral transcendente refere-se à condição final da possibilidade das posições, e o conhecimento transcendente especial refere-se à condição de facto da possibilidade de fidelidade humana às posições.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-894108067213325039?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/894108067213325039/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=894108067213325039' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/894108067213325039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/894108067213325039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/08/perspectiva-universal.html' title='A perspectiva universal'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2804313059418823330</id><published>2007-07-24T08:58:00.000Z</published><updated>2007-07-24T09:24:12.719Z</updated><title type='text'>Milagres, factos históricos?</title><content type='html'>Em primeiro lugar gostaria depedir perdão por não ter tido nehuma contribuição ultimamente, mas não tenho tido acesso à internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal não significa que o meu estudo de Lonergan tenha parado, tendo agora começado a leitura de outra obra do autor, que faz um pouco a ponte entre a filsofia da consciência presente em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Insight&lt;/span&gt; e a Teologia, que é, queiramos ou não, o ponto fundamental do nosso curso. Falo obviamente de  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Method in Theology&lt;/span&gt;, onde Lonergan aplica os preceitos transcendentais da consicência, a saber, sê atento, sê inteligente, sê razoável, sê responsável, para estabelecer um método, designado também ele de transcendental. De seguida concretiza este método transcendental nas várias disciplinas, ou especialidades funcionais (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;functional specialities&lt;/span&gt;) da teologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O breve apontamento que gostaria de deixar hoje prende-se com o estudo dos milagres como facto histórico. Para o autor canadiano, a história não pode ser feita sem levar em linha de conta os próprios historiadores. É um mito falar da história como simples apresentação de factos que falam por si mesmos, sem levar em linha de conta que esses factos são selecionados por um historiador dentro dos que estão disponíveis, ou seja, dos que constituem a totalidade da História (entendida como a vivência concreta de cada um dos seres humanos em todos os lugares e instantes temporais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, para um historiador dar um facto como credível, o único instrumento de julgamento que ele tem à mão é a sua própria consciência. Se o historiador não for crente, então os milagres não passam de uma alucinação colectiva, pois é para ele mais fácil admitir que todas as pessoas que testemunharam, por exemplo, o milagre de Fátima, estavam de algum modo "alteradas" (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;self-deceived&lt;/span&gt;), do que admitir a possibilidade da existência de milagres. Tal mudança de atitude requeriria por parte do historiador uma conversão radical que ultrapassa em larga medida o exercício da sua actividade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2804313059418823330?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2804313059418823330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2804313059418823330' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2804313059418823330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2804313059418823330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/milagres-factos-histricos.html' title='Milagres, factos históricos?'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3113039793234308664</id><published>2007-07-23T23:27:00.000Z</published><updated>2007-07-24T08:40:43.613Z</updated><title type='text'>Portugal de ontem ou de hoje?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_JG0cLQmuRwA/RqU6dtULGoI/AAAAAAAAACA/B7LDmgp0bW4/s1600-h/HPIM0593.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090539235867040386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_JG0cLQmuRwA/RqU6dtULGoI/AAAAAAAAACA/B7LDmgp0bW4/s400/HPIM0593.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;«Só um grande povo, com grandes ideais,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Coloca no céu o limite das suas aspirações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O desejo de descobrir, de conhecer é tipicamente português.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O Português tem o céu no coração&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;As mãos criadoras na terra &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Enchendo-a com o suor do seu trabalho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;E tem os olhos no mar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No qual, um dia pensou poder conquistar o céu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Por ele lutou, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;mostrando que ser português&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É ser um guerreiro sonhador em busca do limite&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Que quer conquistar,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para o fazer seu e de quantos por ele lutaram.»&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3113039793234308664?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3113039793234308664/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3113039793234308664' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3113039793234308664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3113039793234308664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/portugal-de-ontem-ou-de-hoje.html' title='Portugal de ontem ou de hoje?'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_JG0cLQmuRwA/RqU6dtULGoI/AAAAAAAAACA/B7LDmgp0bW4/s72-c/HPIM0593.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6841939438380189090</id><published>2007-07-10T15:40:00.000Z</published><updated>2007-07-10T15:55:54.537Z</updated><title type='text'>Extrato Do Trabalho sobre a possibilidade da Ética</title><content type='html'>A POSSIBILIDADE DA ÉTICA SEGUNDO BERNARD LONERGAN&lt;br /&gt;No presente trabalho iremos falar da possibilidade da ética segundo Bernard Lonergan. Sendo assim, seguiremos o seguinte esquema: A Noção De Bem, A Noção De Liberdade e O Problema Da Libertação. No capítulo sobre a Noção do bem iremos falar dos níveis de bem, a noção da vontade, a noção de vontade, a noção de valor, o método da ética e a ontologia do bem. Em relação a noção de Liberdade falaremos do significado dos resíduos estatísticos, o fluxo sensitivo subjacente, a intelecção prática, a reflexão prática, a decisão e a liberdade. E , no que respeita ao problema da Libertação, falaremos da liberdade essencial e efectiva, as condições da liberdade efectiva, as possíveis condições da sátira e do humor, a importância moral e o problema da libertação.&lt;br /&gt;No sentido geral, ética, é uma disciplina filosófica que procura determinar a finalidade da vida humana e os meios de a alcançar, preconizando juízos de valor que permitem distinguir entre o bem e o mal. Por outro lado, entende-se por ética aos princípios morais por que um indivíduo rege a sua conduta pessoal ou profissional. Também designa-se por ética ao código deontológico, a moral e como sendo a ciência da moral. O termo provém do grego: ethiké [ o equivalente a epistéme], com o significado de ciência relativa aos costumes, e do latim ethica, no mesmo sentido grego.&lt;br /&gt;1. A NOÇÃO DE BEM&lt;br /&gt;No sentido geral, o conceito de bem designa tudo aquilo que é conveniente, de modo agradável e que é socialmente irrepreensível. Designa tudo o que é justo, lícito, aquilo que é valioso segundo a moral. Também designa posses, aquilo que é útil para um determinado fim. Em Kant, o bem é a união da felicidade e da virtude; assim o bem absoluto é a boa vontade.&lt;br /&gt;Segundo Bernard Lonergan, o ser é inteligente e uno, e por isso mesmo é também bom. Mas enquanto a inteligibilidade e a unidade do ser resultam, espontaneamente, de que o ser é tudo o que se capta inteligivelmente e se afirma razoavelmente, a bondade do ser apenas se esclarece ao considerar-se a extensão da actividade intelectual que denominamos a deliberação e decisão, a escolha, e vontade.  &lt;br /&gt;1.1 Níveis de Bem&lt;br /&gt;Numa primeira fase, o bem surge como objecto do desejo; ao alcançar-se, experimenta-se como prazer, alegria, satisfação. Mas o homem experimenta tanto a aversão como o desejo, a dor e o prazer; nesta fase primária e empírica o bem está em união com o seu oposto, o mal.&lt;br /&gt;O desejo de saber torna-se o único dos desejos humanos que é desprendido, desinteressado e irreprimível, possui a sua satisfação. O desejo de saber vai além do prazer na própria intelecção para a subsequente questão de saber se a própria intelecção está correcta. Através deste desejo e do conhecimento que gera, emerge um segundo sentido de bem. Para além do bem que é puro objecto de desejo, há um bem de ordem. Tal é a comunidade política, a economia, a família como instituição. &lt;br /&gt;O bem de ordem é dinâmico, não apenas no sentido de ordenar a revelação dinâmica de desejos e aversões, mas também no sentido em que é sistema em movimento. Possui a sua própria linha normativa de desenvolvimento, na medida em que os elementos da ideia de ordem são captados pela intelecção em situações concretas, são formulados em proposições, são aceites por concordância explicitas ou tácitas, e são executados apenas para alterar a situação e para originar novas intelecções.&lt;br /&gt;O desenvolvimento social seria uma simples questão de desenvolvimento intelectual, caso a psykhé humana para ela não contribuísse; mas a natureza sensível do homem constitui os materiais dinâmicos a ordenar, e as condições subjectivas sob as quais a ordem é descoberta, comunicada, aceite e executada. É assim que a ordem social descobre nos desejos e aversões dos indivíduos e na intersubjectividade dos grupos um enormíssimo e poderoso aliado e uma permanente fonte de egoísmo e desvio de classe.  O desvio não só constitui uma mudança na via principal de desenvolvimento como também origina as vias secundárias nas quais a humanidade se empenha em elaborar movimentos, a fim de se proteger contra os efeitos dos desvios anteriores, para corrigir os opositores e, no caso ideal, para atacar o desvio na raiz.  Todavia, a preocupação com esta ideia implica uma transposição desta questão ao nível das polícias  e dos tribunais, da diplomacia e da guerra, para o nível da cultura e da moralidade. Numa perspectiva de longo prazo, o senso comum não está `a altura deste desafio, visto que, além das aberrações individuais e grupais, está sujeito a um desvio geral contra as grandes preocupações e as últimas consequências.&lt;br /&gt;Isto traz-nos ao terceiro aspecto do bem, que é o valor.  O bem da ordem liga-se também a deliberação e escolha, além das numerosas manifestações de aversões e desejos.  Assim, segundo Bernard Lonergan, individualismo e socialismo não são nem comida nem bebida, nem roupas nem abrigo, nem saúde nem riqueza. São construções da inteligência humana, sistemas para ordenar a satisfação dos desejos humanos. A humanidade pode optar por um sistema e rejeitar outros. Nisso, manifesta-se a inteligência humana não apenas como teórica mas também como prática, que está sempre à procura de discernir as possibilidades que revelam as coisas tal como possam ser. Porém, essas possibilidades são múltiplas. Deste modo, a capacidade inventiva da inteligência prática assegura resultados práticos apenas se houver a conjugação de potência, forma e acto de vontade, boa vontade e desejo, com função de seleccionar possibilidades de entre várias e, através dessa decisão e escolha, iniciar e fundamentar a transição de concepção intelectual de uma ordem possível para a realização concreta. &lt;br /&gt;1.2 A Noção de Vontade&lt;br /&gt;Em relação a noção de vontade, Bernard Lonergan diz que é o apetite intelectual ou espiritual: «will, then, is intellectual or spiritual appetite» &lt;br /&gt;1.3 A Noção de Valor&lt;br /&gt;1.4 O Método da Ética&lt;br /&gt;1.5 A Ontologia do Bem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A NOÇÃO DE LIBERDADE &lt;br /&gt;2.1 O Significado dos Resíduos Estatísticos&lt;br /&gt;2.2 O Fluxo Sensitivo Subjacente&lt;br /&gt;2.3 A Intelecção Prática&lt;br /&gt;2.4 A Reflexão Prática&lt;br /&gt;2.5 A  Decisão&lt;br /&gt;2.6 Liberdade&lt;br /&gt;3. O PROBLEMA DA LIBERTAÇÃO&lt;br /&gt;3.1 A Liberdade Essencial e Efectiva&lt;br /&gt;3.2 As Condições da Liberdade Efectiva&lt;br /&gt;3.3 As Possíveis Funções da Sátira e do Humor&lt;br /&gt;3.4 Importância Moral&lt;br /&gt;3.5 O Problema da Libertação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6841939438380189090?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6841939438380189090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6841939438380189090' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6841939438380189090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6841939438380189090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/extrato-do-trabalho-sobre-possibilidade.html' title='Extrato Do Trabalho sobre a possibilidade da Ética'/><author><name>Edgar  Paulo Cadir</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13843597220920647801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Mp_dZVfZnmE/SpeUGi3RRmI/AAAAAAAAAGY/D3jyLvUmUVc/S220/Img027.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7210575455523251712</id><published>2007-07-08T20:45:00.000Z</published><updated>2007-07-08T20:46:17.711Z</updated><title type='text'>A questão do "Darwinismo Social" [2ª parte]</title><content type='html'>Face a todos os problemas sociais do período pós revolução industrial, os apoiantes desta teoria consideravam os mais pobres como os menos adaptados, ou seja, os mais fracos, que não se souberam adaptar e os ricos como os mais fortes, adaptados. As implicações de tais concepções foram terríveis. A Eugenia, estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer as qualidades raciais das futuras gerações seja física ou mentalmente, assim a definiu Francis Galton&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, um dos mentores da mesma, é o novo meio de selecção (agora, não natural) da espécie humana. O caso mais típico desta prática é durante o período Nazi, a exaltação da Raça Ariana e o extermínio das raças inferiores.&lt;br /&gt;Esta teoria é hoje bastante condenada pela sociedade, em geral. Contudo, um fenómeno interessante e que, a meu ver, requer um profundo e sério estudo, é o ressurgir de grupos extremistas – anarquistas, fascistas, neo-nazistas, … – que voltam a defender estas práticas políticas, deploráveis para o Homem civilizado.Resta-nos perguntar sobre até que ponto esta concepção, da luta pela sobrevivência, da vitória dos fortes sobre os mais fracos, ainda não está presente, se bem que de forma camuflada, no sistema económico actual que, apregoando o progresso e a evolução da sociedade, faz aumentar a distância entre os poucos e muito ricos e ou muitos e muito pobres?&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Francis Galton (1822-1911), primo de Darwin, defendia que a criação de instituições públicas de bem-estar para os pobres, asilos e manicómios, para as pessoas com deficiências mentais, são instituições maléficas à sociedade, já que permitem que os seres humanos inferiores se reproduzam às vezes mais rápido que os seres humanos superiores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7210575455523251712?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7210575455523251712/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7210575455523251712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7210575455523251712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7210575455523251712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/questo-do-darwinismo-social-2-parte.html' title='A questão do &quot;Darwinismo Social&quot; [2ª parte]'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1843858136407692755</id><published>2007-07-06T14:36:00.000Z</published><updated>2007-07-06T14:38:51.512Z</updated><title type='text'>A questão do "Darwinismo Social" [1ª parte]</title><content type='html'>Depois que Darwin apresentou as suas teses a respeito do desenvolvimento natural do Homem e das sociedades, alguns grupos de cientistas e sociólogos levaram-nas muito “à letra” e, em certo sentido, de forma errónea. O termo “Darwinismo social”, divulgado em 1944 pelo historiador &lt;a title="Richard Hofstadter" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Hofstadter"&gt;Richard Hofstadter&lt;/a&gt; (principalmente), traduziu-se numa tendência geral em analisar o ponto evolutivo das civilizações daquela época, relacionando o grau de desenvolvimento com a sua capacidade de adaptação, e, por conseguinte, a considerar a existência de sociedades fracas e sociedades fortes, sendo as primeiras subjugadas ao poder das outras. No fundo, é a conversão de uma teoria biológica numa doutrina social que assiste à sua aplicação no âmbito político.&lt;br /&gt;As conclusões desta mentalidade e ideologia extremista constituíram um retrocesso em todo o processo que vinha sendo feito em vista à igualdade e liberdade dos povos, à sua própria auto determinação, e as suas consequências práticas foram dramáticas, uma mancha triste na História da humanidade.&lt;br /&gt;Os defensores do “Darwinismo Social” consideravam o povo Europeu o topo actual do desenvolvimento e os povos africanos, muito concretamente, mais atrasados (com menos capacidades que se reflectem nas condições e meios que têm) e portanto sujeitos ao poder do povo mais forte. Aqui a exclusão racial adquire um “pseudo” fundamento científico, o colonialismo, apesar de já decadente, parece receber novo vigor ou justificação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1843858136407692755?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1843858136407692755/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1843858136407692755' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1843858136407692755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1843858136407692755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/questo-do-darwinismo-social-1-parte.html' title='A questão do &quot;Darwinismo Social&quot; [1ª parte]'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-440413059504057183</id><published>2007-07-06T14:25:00.000Z</published><updated>2007-07-06T14:27:14.077Z</updated><title type='text'>Teremos ainda Portugal ?</title><content type='html'>"O título tem um tom provocatório, mas eu vou justificar. Não digo que esteja para breve o nosso fim de país independente e livre. Mas, pelo andar da carruagem, traduzido em factos e sintomas, a doença é grave e pode levar a uma morte evitável. Aliás, já por aí não falta gente a lamentar a restauração de 1640 e a dizer que é um erro teimarmos numa península ibérica dividida. De igual modo, falar-se de identidade nacional e de valores tradicionais faz rir intelectuais da última hora e políticos de ocasião. O espaço nacional parece tornar-se mais lugar de interesses, que de ideais e compromissos.Há notícias publicadas a que devemos prestar atenção. Por exemplo: um terço das empresas portuguesas já é pertença de estrangeiros; 60% dos casais do país têm apenas um filho; vão fechar mais cerca de mil escolas ou de mil e trezentas, como dizem outras fontes; nas provas de língua portuguesa dos alunos do básico, os erros de ortografia não contam; o ensino da história pouco interessa, porque o importante é olhar para a frente e não perder tempo com o passado; a natalidade continua a descer e, por este andar, depressa baterá no fundo; não há nem apoios nem estímulos do Estado para quem quer gerar novas vidas, mas não faltam para quem quiser matar vidas já geradas; a família consistente está de passagem e filhos e pais idosos já não são preocupação a ter em conta, porque mais interessa o sucesso profissional; normas e critérios para fazer novas leis têm de vir da Europa caduca, porque dela vem a luz; a emigração continua, porque a vida cá dentro para quem trabalha é cada vez mais difícil; os que estão fora negam-se a mandar divisas, por não acreditarem na segurança das mesmas; os investigadores mais jovens e de mérito reconhecido saem do país e não reentram, porque não vêem futuro aqui; a classe média vai desaparecer, dizem os técnicos da economia e da sociologia, uma vez que o inevitável é haver só ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres; os políticos ocupam-se e divertem-se com coisas de somenos; e já se diz, à boca cheia, que o tempo dos partidos passou, porque, devido às suas contradições, ninguém os toma a sério; a participação cívica do povo é cada vez mais reduzida e mais se manifesta em formas de protesto, porque os seus procuradores oficiais se arvoram, com frequência, em seus donos e donos do país e fazedores de verdades dúbias; programa-se um açaime dourado para os meios de comunicação social; isolam-se as pessoas corajosas e livres, entra-se numa linguagem duvidosa, surgem mais clubes de influência, antecipam-se medidas de satisfação e de benefício pessoal… Não é assim, porventura, que se acelera a morte do país, quer por asfixia consciente, quer por limitação de horizontes de vida?É verdade que muitos destes problemas e de outros existentes podem dispor de várias leituras a cruzar-se na sua apreciação e solução. Mais uma razão para não serem lidos e equacionados apenas por alguns iluminados, mas que se sujeitem ao diálogo das razões e dos sentimentos, porque tudo isto conta na sua apreciação e procura de resposta.&lt;br /&gt;Há muitos cidadãos normais, famílias normais, jovens normais. Muita gente viva e não contaminada por este ambiente pouco favorável à esperança. Mas terão todos ainda força para resistir e contrariar um processo doentio, de que não se vê remédio nem controle?&lt;br /&gt;Preocupa-me ver gente válida, mas desiludida, a cruzar os braços; povo simples a fechar a boca, quando se lhe dá por favor o que lhes pertence por justiça; jovens à deriva e alienados por interesses e emoções de momento, que lhes cortam as asas de um futuro desejável; o anedótico dos cafés e das tertúlias vazias, a sobrepor-se ao tempo da reflexão e da partilha, necessário e urgente, para salvar o essencial e romper caminhos novos indispensáveis. Se o difícil cede o lugar ao impossível e os braços caem, só ficam favorecidos aqueles a quem interessa um povo alienado ao qual basta pão e futebol…&lt;br /&gt;Mas não é o compromisso de todos e a esperança activa que dão alma a um povo?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;D. António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-440413059504057183?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/440413059504057183/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=440413059504057183' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/440413059504057183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/440413059504057183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/teremos-ainda-portugal.html' title='Teremos ainda Portugal ?'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3761165385063224750</id><published>2007-07-05T09:16:00.000Z</published><updated>2007-07-05T09:17:22.124Z</updated><title type='text'>[Extracto do trabalho]</title><content type='html'>Lonergan apresenta quanto às Ciências a probabilidade emergente; quanto à realidade e ao próprio homem a evolução; quanto ao conhecimento um processo que vai do não conhecido ao conhecido ou do não consciente ao consciente. Com muita novidade, Lonergan parte das concepções Aristotélicas de Potência – Forma – Acto; da nova noção de evolução (desenvolvimento) de Darwin; para tratar, em última análise, tudo aquilo que faz parte do conhecimento humano. Desde a Microfísica à Metafísica, desde a Ontologia e Antropologia Filosófica à Teologia Filosófica, desde a Gnoseologia à Psicologia, passando pela Moral, desde a Ciência à Filosofia, Lonergan pretende fazer uma reconciliação entre todos estes saberes presentes no Homem, tantas vezes separados ao longo dos séculos, e fá-lo através da Unidade existente no próprio Homem, sustentada pela noção de Desenvolvimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3761165385063224750?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3761165385063224750/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3761165385063224750' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3761165385063224750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3761165385063224750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/07/extracto-do-trabalho.html' title='[Extracto do trabalho]'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8756679756763088950</id><published>2007-06-24T22:58:00.000Z</published><updated>2007-06-24T23:00:33.910Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://www.bc.edu/bc_org/avp/cas/lonergan/workshop/images/fredSue.jpg"&gt;Prof. Fred Lawrence and Sue Lawrence&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a name="schedule"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.bc.edu/bc_org/avp/cas/lonergan/workshop/images/fredSue.jpg"&gt;2007 Lonergan Workshop&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The ‘Not Numerous Center’: For Insight’s 50th Anniversaryand Method in Theology’s 35th Anniversary34nd Annual Lonergan WorkshopJune 17-22, 2007, Boston College&lt;br /&gt;Classical culture cannot be jettisoned without being replaced; and what replaces it, cannot but run counter to classical expectations. There is bound to be formed a solid right that is determined to live in a world that no longer exists. There is bound to be formed a scattered left, captivated by now this, now that new development, exploring now this, now that new possibility. But what will count is a perhaps not numerous center, big enough to be at home in both the old and the new, painstaking enough to work out one by one the transitions to be made, strong enough to refuse half-measures and insist on complete solutions even though it has to wait. [B. Lonergan, "Dimensions of Meaning," Collection, Collected Works 4, 244-5] &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 257px; CURSOR: hand; HEIGHT: 354px; TEXT-ALIGN: center" height="354" alt="" src="http://www.bc.edu/bc_org/avp/cas/lonergan/workshop/images/fredSue.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8756679756763088950?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8756679756763088950/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8756679756763088950' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8756679756763088950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8756679756763088950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/prof.html' title=''/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-560518027968836845</id><published>2007-06-15T17:55:00.000Z</published><updated>2007-06-15T18:00:38.350Z</updated><title type='text'>A Possibilidade da Ética</title><content type='html'>Informo que ainda estou a fazer o trabalho sobre a possibilidade da ética segundo Bernard Lonergan, enquanto aguardo a resposta da diretoria e do Professor Doutor Mendo, já enviei o requerimento ontem ao director da Faculdade, mencionando os pormenores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem Haja a todos os Livres Pensadores, discípulos encantados de Bernard Lonergan que, acima de tudo comoveu-me tanto, apesar de ter dado ao torno no final do semestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-560518027968836845?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/560518027968836845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=560518027968836845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/560518027968836845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/560518027968836845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/possibilidade-da-tica.html' title='A Possibilidade da Ética'/><author><name>Edgar  Paulo Cadir</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13843597220920647801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Mp_dZVfZnmE/SpeUGi3RRmI/AAAAAAAAAGY/D3jyLvUmUVc/S220/Img027.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-615491446655381790</id><published>2007-06-14T19:54:00.001Z</published><updated>2007-06-14T19:54:39.658Z</updated><title type='text'>Inteligência: Um estudo do conhecimento humano, 1957</title><content type='html'>Nos anos seguintes a 1949, Lonergan ocupou-se com a redacção de Inteligência: Um estudo do conhecimento humano, publicado em 1957. O livro tem 875 páginas na edição definitiva, da Universidade de Toronto; são muitos os que confessam nunca o ter lido por inteiro e poucos o leram completamente. É, de facto, um tratado filosófico que pretende levar a cabo uma integração dos conhecimentos humanos, tal como se apresentavam em meados do séc. XX, com uma soma e complexidade que ultrapassava em muito as situações epistemológicas racionalizadas por Platão e Leibniz.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; O escopo da obra é imenso: «A auto apropriação da nossa auto-consciência intelectual e racional começa como teoria cognitiva, expande-se para uma metafísica e uma ética, e avança para uma concepção e uma afirmação de Deus, para ser finalmente confrontada com o problema do mal que exige a transformação da inteligência auto-confiante no intellectus quaerens fidem.»&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. Se de facto cumpriu estes objectivos, Inteligência tornou-se a mais importante obra de filosofia do séc. XX, como aqui procurarei indicar, apontando muito sucintamente as cinco principais temáticas da obra: a relação entre conhecimento e realidade, conhecimento científico e cosmologia, a acção humana e a ética, as questões de interpretação, a relação entre natureza de Deus e filosofia.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; O modelo que usa de formação da personalidade baseia-se em psicólogos de vanguarda como Erik Erikson e Abraham Maslow.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Epílogo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-615491446655381790?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/615491446655381790/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=615491446655381790' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/615491446655381790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/615491446655381790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/inteligncia-um-estudo-do-conhecimento.html' title='Inteligência: Um estudo do conhecimento humano, 1957'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5678011447493553152</id><published>2007-06-13T14:57:00.000Z</published><updated>2007-06-13T15:00:22.187Z</updated><title type='text'>Extracto da "Nota introdutória" do meu trabalho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É neste Ser que deseja conhecer desinteressadamente, que conhece apaixonadamente e que anseia naturalmente por ser conhecido&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; que o desenvolvimento se dá de forma consciente&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;; é nesta realidade que flui, que se adapta e se adequada&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[3]&lt;/a&gt; que o desenvolvimento se dá de forma inconsciente&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;, mas de forma igualmente estruturante. Tudo caminha rumo à perfeição do seu Ser, no Homem de forma consciente, na natureza de forma inconsciente.&lt;br /&gt;Por tudo isto, o pensamento de Bernard Lonergan é tão fascinante: apesar da diversidade dos assuntos tratados, que, para o comum dos pensadores actuais, ainda são antagónicos, impossíveis de conciliar, Lonergan encontra uma Unidade que flui ao longo de todo o seu pensamento.&lt;br /&gt;Mas afinal o que é Desenvolvimento?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Insight…&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Ibidem&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Ibidem&lt;/em&gt;…&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Ibidem&lt;/em&gt;…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;[FALTA COMPLETAR AS CITAÇÕES]&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5678011447493553152?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5678011447493553152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5678011447493553152' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5678011447493553152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5678011447493553152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/extracto-da-nota-introdutria-do-meu.html' title='Extracto da &quot;Nota introdutória&quot; do meu trabalho'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4546890552072586908</id><published>2007-06-12T22:04:00.000Z</published><updated>2007-06-12T22:08:02.052Z</updated><title type='text'>Darwin e a concepção de desenvolvimento. Extrato do meu trabalho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;Charles Darwin (1809 – 1882), um dos expoentes máximos do Naturalismo, defendia que tudo o que existe é fruto de uma evolução a partir de um ancestral comum, que denominou de LUCA (Last Universal Common Ancestor), por meio de um processo de selecção natural e sexual. Ideias que ainda hoje sustentam e fundam a investigação e o conhecimento actual da Biologia.&lt;br /&gt;A sua obra de referência, «On the Origin of Species by Means of Natural selection, or preservation of favoured races in the struggle for life», em português «A origem das espécies», publicada em 1859, em que Darwin sustenta as suas teses, como se perceberá, teve uma má recessão por parte da sociedade científica do seu tempo.O conceito de Evolução&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, para Darwin, não pode ser associado necessariamente ao de melhoria&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;, é antes uma capacidade que os seres têm de se adaptarem face às condições do meio para não se extinguirem. Contudo, podemos afirmar que, segundo as circunstâncias, se se neutraliza a sua extinção, há uma melhoria pela conservação do Ser. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;“Darwin preteria o termo evolução em favor do termo descendência com modificação, pois não se sentia à vontade com a noção de progresso ou com a ideia de estruturas orgânicas «superiores» e «inferiores», uma vez que cada organismo se adapta bem ao seu meio ambiente como o homem ao seu.” – Artigo Marx, Darwin e o progresso, p. 4. Aqui será utilizado com esse sentido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=6508649328539877783#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; Visão diferente tinha Marx, ele “não dissociava evolução de processo, pelo menos em termos de domínio crescente na história humana sobre as forças naturais…”. Artigo Marx, Darwin e o progresso, p.2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4546890552072586908?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4546890552072586908/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4546890552072586908' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4546890552072586908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4546890552072586908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/darwin-e-concepo-de-desenvolvimento.html' title='Darwin e a concepção de desenvolvimento. Extrato do meu trabalho'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6068816660936351178</id><published>2007-06-08T11:32:00.000Z</published><updated>2007-06-08T11:59:58.431Z</updated><title type='text'>Universo computável????</title><content type='html'>Para recusarmos liminarmente a possibilidade de todo o Universo ser computável, e, por arrasto, Deus poder ser considerado como um GRAAANDE computador temos que recorrer ao trabalho de &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kurt_G%C3%B6del"&gt;Gödel&lt;/a&gt;.  Gödel foi um matemático e lógico do século XX cujo trabalho acaba por abordar os limites da computabilidade, pelo menos nos moldes actuais. De facto, existem programas de computador que são facimente concebidos pelo nosso pensamento mas que não são computáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo fácil (é o exemplo referido num primeiro ano de Eng. Informática) é que não é possivel computar um programa que diga se um outro vai entrar em ciclo infinito. Se acrescentarmos a isto o facto de eu poder pensar neste programa, logo a minha consciencia é capaz de o conceber, vemos que os limites da computabilidade são mais restritos do que por vezes se pensa. Na verdade, existe na consciencia algum elemento que não é computável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://plus.maths.org/issue39/features/dawson/"&gt;Mais informações sobre os fundamentos desta pequena observação&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6068816660936351178?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6068816660936351178/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6068816660936351178' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6068816660936351178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6068816660936351178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/universo-computvel.html' title='Universo computável????'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8799773901268926878</id><published>2007-06-06T10:52:00.000Z</published><updated>2007-06-06T10:59:51.109Z</updated><title type='text'>Inteligencia Artificial Forte</title><content type='html'>Qual é a solução para o famoso problema mente-corpo? Será que para ela temos que utilizar uma solução de índole cartesiana, ou as substancias espirituias, e tudo aquilo que não é materialista não passa de uma mera ilusão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das posições materialistas mais vezes considerada como válida é aquilo a que se pode chamar de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Inteligencia Artificial Forte &lt;/span&gt;(Strong Artificial Inteligence ou Strong AI), que passa no fundo por postular que um computador, se elevado à perfeição em termos de complexidade da máquina humana, e, correndo o programa certo, possuiria actos normalmente classificamos de mentais, tais como dor, prazer, crenças, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, tal visão é incorrecta, até porque nega a base de todo o agir humano: o tal &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Insight&lt;/span&gt; que Bernard Lonergan refere. Existe algo mais que permite aos humanos poder ter actos de intelecção, e esse algo não tem que ser necessariamente computável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8799773901268926878?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8799773901268926878/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8799773901268926878' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8799773901268926878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8799773901268926878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/inteligencia-artificial-forte.html' title='Inteligencia Artificial Forte'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1802235251200967798</id><published>2007-06-03T22:48:00.000Z</published><updated>2007-06-03T22:50:04.260Z</updated><title type='text'>Estrutura da MAtéria</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/RmNFjb-UdnI/AAAAAAAAAnI/jLpRnRdW_OA/s1600-h/estructura.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/RmNFjb-UdnI/AAAAAAAAAnI/jLpRnRdW_OA/s400/estructura.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071974080456193650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1802235251200967798?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1802235251200967798/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1802235251200967798' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1802235251200967798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1802235251200967798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/estrutura-da-matria.html' title='Estrutura da MAtéria'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/RmNFjb-UdnI/AAAAAAAAAnI/jLpRnRdW_OA/s72-c/estructura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5413012031917560075</id><published>2007-06-01T09:13:00.000Z</published><updated>2007-06-06T10:47:46.123Z</updated><title type='text'>Protocolo da 13ª sessão</title><content type='html'>&lt;h2&gt;Participantes: &lt;/h2&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Prof. Doutor Mendo Castro Henriques&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;André Luís Gomes Martins&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Fernando Manuel Marques Apolinário&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;João Paulo Machado de Freitas&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Martiniano Pedro Moutinho Rato&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Quintino Martins Trinchete&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Ruben Dario Romero Ribeiro&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;A sessão iniciou-se com a leitura, discussão e correcção do protocolo relativo à sessão anterior. De seguida procedeu-se à continuação da leitura e análise do Epílogo da obra &lt;i style=""&gt;Insight&lt;/i&gt; de Bernard Lonergan.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Na parte que foi lida, Lonergan aborda qual pode ser o impacto da sua obra na teologia. Apesar de ser um teólogo, a obra &lt;i style=""&gt;Insight&lt;/i&gt; é escrita segundo a perspectiva do filósofo, sendo portanto uma obra de filosofia. Mas não é uma obra de filosofia que se isola num domínio concreto, como se construísse um sistema filosófico, mas sim uma obra que aborda aquilo que é o entendimento humano (daí o subtítulo).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Neste aspecto, Lonergan aponta três pontos principais sobre os quais a sua obra oferece contributos importantes:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 93.55pt; text-indent: -58.1pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;1º ponto:&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;A filosofia de Lonergan abre espaço para uma interpretação do dogma que não cai nos excessos dos fideístas que negam qualquer racionalidade na fé e que o acusam de ser frio, desprovido de caridade, nem nas críticas dos racionalistas que o acusam de ser irracional e infundamentado. Resta acrescentar que as criticas dos fideístas são muitas vezes causadas pelas contra-posições dos filósofos, como por exemplo Descartes, que fazem apelo a conceitos que são contra a experiência humana, como fazer depender a existência do pensamento humano: “&lt;i style=""&gt;Eu penso, logo existo&lt;/i&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 93.55pt; text-indent: -58.1pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;2º ponto:&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Em teologia, como no resto das ciências humanas, saber colocar correctamente um problema elimina &lt;i style=""&gt;per si&lt;/i&gt; uma série de falsas questões. É este um dos pontos que conduz a uma grande dificuldade na matemática: à preguiça que leva à pouca destreza dos alunos no cálculo junta-se a falta de eficácia em equacionar (colocar em equações) um problema. Neste domínio os povos orientais, como por exemplo a China e a Índia, têm um maior avanço, sendo a estes e não aos árabes, como muitas vezes se julga, que se deve atribuir muitos dos grandes avanços matemáticos, como, por exemplo, a “invenção” do número zero.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 93.55pt; text-indent: -58.1pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;3º ponto:&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:7;"  &gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Há que saber colocar correctamente o lugar do mistério e, portanto, da própria fé. Já no concílio Vaticano I (1869-1870), se afirma que a fé é superior à razão (sessão III), embora não se negue que ambas são úteis para o conhecimento humano. Nas próprias palavras do concilio: “O sentimento perpétuo da Igreja católica defendeu também e defende que existe uma dupla ordem do conhecimento, distinta não só segundo o princípio mas também pelo seu objecto. Pelo seu principio, em primeiro lugar, porque numa conhecemos através da razão natural e na outra pela fé divina. Pelo seu objecto também porque, para além daquelas coisas que a razão natural pode alcançar, são-nos propostos para acreditarmos mistérios escondidos em Deus que, se não fossem divinamente revelados, não poderiam ser conhecidos” (DS §3015). Um dos reflexos desta relação fé-razão é o facto de, a partir daí, se começar a dar relevância ao estudo do texto bíblico para além da significação literal do mesmo, olhando, entre outras coisas, para o contexto em que o texto foi produzido. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 35.45pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;De seguida, Lonergan faz uma importante distinção entre ser proporcionado e ser sobrenatural. Há aqui que fazer uma ressalva sobre o uso desta palavra, uma vez que o uso que Lonergan lhe dá foi caindo &lt;st1:personname productid="em desuso. Considerar" st="on"&gt;em  desuso. Considerar&lt;/st1:personname&gt; que existe uma realidade que está para além da natureza é hoje uma distinção que não se utiliza. Ainda assim, o ser proporcionado à nossa consciência é abordado detalhadamente por Lonergan nos capítulos I – XVIII, ao passo que o ser não proporcionado (sobrenatural) é abordado nos dois últimos, sobre o nome de “Conhecimento Transcendental Geral” (General Transcendent Knowledge) e “Conhecimento Transcendental Especial” (Special Transcendent Knowledge). Um ponto que Lonergan frisa é que, dada esta distinção, o teólogo não necessita de explicar realidades de outros mundos para explicar a realidade do seu mundo. O teólogo não pode nunca reduzir as realidades da fé às do ser proporcionado. Explicar as realidades sobrenaturais como a Encarnação, a morada do Espírito Santo e a Visão Beatífica recorrendo a conceitos metafísicos proporcionados, sem manter a devida distinção e distanciação é um erro. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;Como sabemos, Lonergan termina a obra &lt;i style=""&gt;Insight&lt;/i&gt; em 1957, antes da convocação do concílio Vaticano II (1959) e do seu período preparatório (1960). Podemos considerar que Lonergan é um dos teólogos que antecipa as ideias do Vaticano II, e dizer até que ele é &lt;i style=""&gt;o Filósofo&lt;/i&gt; do Vaticano II.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;Foi ainda acrescentado, no final da sessão, que, ao longo do século XIX e XX, no esplendor da modernidade, a religião foi considerada irracional pelo senso comum, e a fé como sendo do âmbito do subjectivo e do pessoal. No entanto, antes da modernidade, até ao século XVII, pelo contrário, o facto da religião ser considerada como absoluta e até como indivisivel, provocou querelas e guerras religiosas. Desta forma, devemos considerar que, uma coisa é a doutrina da Igreja, que sempre proclamou a ligação entre fé e razão e outra coisa é o impacto social desta ligação, que varia com o ambiente cultural de cada época. Lonergan defende que todo o conhecimento humano se articula com a fé, não tendo por isso uma posição apologética. Termino com uma citação da encíclica &lt;i style=""&gt;Fides et Ratio&lt;/i&gt; de João Paulo II: “Uma filosofia que se desenvolve de harmonia com a fé, aceitando o estímulo das exigências teológicas, faz parte daquela «evangelização da cultura» que Paulo VI propôs como um dos objectivos fundamentais da evangelização. Pensando na Nova Evangelização, cuja urgência não me canso de recordar, faço apelo aos filósofos para que saibam aprofundar aquelas dimensões de verdade, bem e beleza, a que dá acesso a palavra de Deus” (&lt;i style=""&gt;Fides et Ratio §103).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 35.45pt;" align="right"&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5413012031917560075?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5413012031917560075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5413012031917560075' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5413012031917560075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5413012031917560075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/06/protocolo-da-13-sesso.html' title='Protocolo da 13ª sessão'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5748062869345813746</id><published>2007-05-29T23:20:00.000Z</published><updated>2007-05-30T13:24:24.061Z</updated><title type='text'>PROTOCOLO DA 12ª SESSÃO</title><content type='html'>22 de Maio de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Participantes:&lt;br /&gt;Prof. Mendo Castro Henriques&lt;br /&gt;André Luís Gomes Martins&lt;br /&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;br /&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;br /&gt;Carlos Manuel Lopez Rodriguez&lt;br /&gt;Edgar Paulo &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;Cadir&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fernando Manuel Marques Apolinário&lt;br /&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;br /&gt;João Paulo Machado de Freitas&lt;br /&gt;José Salvador &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Tivane&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;Martiniano&lt;/span&gt; Pedro Moutinho Rato&lt;br /&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Quintimo&lt;/span&gt; Manuel &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;Trinchete&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;Ruben&lt;/span&gt; Dario Romero Ribeiro &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sessão iniciou-se com a leitura, debate e correcção do protocolo da sessão anterior. É conveniente lembrar a necessidade de cada um dos protocolos indicar com precisão o número da sessão a que se refere, a respectiva data e a assinatura do participante que o elaborou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira parte da sessão foi dedicada ao Blog do seminário e foi expresso, uma vez mais, o desejo de que cada interveniente colabore activamente nele. A participação activa engloba dois elementos: a produção e afixação de conteúdos e comentários (elemento que será tido em conta na avaliação global final) e a recepção &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;usufrutuária&lt;/span&gt; dos conteúdos e comentários dos restantes pares. Este último aspecto foi focado partindo de uma expressão atribuída a Hegel que dizia ser a leitura matinal dos jornais diários a sua oração &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;matutina&lt;/span&gt;. Com efeito, a forma como a generalidade dos blogs se desenrola remete-nos para o conceito da antiga meditação monástica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixam-se à consideração dos intervenientes alguns aspectos a seguir propostos:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;1) &lt;em&gt;O uso do Blog deve ser frequente.&lt;/em&gt; A meditação individual era quotidiana. Tanto a meditação realizada de forma pessoal, como a oração comunitária das diversas Horas canónicas acompanhavam de forma permanente a vida dos mosteiros. Se o uso do Blog não for frequente poderá perder a sua vitalidade e actualidade e tornar-se um elemento &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;desencarnado&lt;/span&gt; da realidade vivida no Seminário.&lt;br /&gt;2) &lt;em&gt;O Blog é sempre um acto que radica da experiência comunitária do Seminário&lt;/em&gt;. A meditação e toda a Liturgia das Horas tem o seu fundamento na experiência comunitária central da Eucaristia e procura &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;mante&lt;/span&gt;-la viva ao longo das restantes horas do dia, chegando mesmo a substituí-la quando esta não se pode realizar. Assim, deve ser o Blog para o Seminário: uma possibilidade de continuidade da investigação e dos debates ocorridos aquando da reunião semanal dos seus participantes. Mais, poderá ser um bom substituto dela durante a interrupção lectiva para os exames da época de Verão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3) &lt;em&gt;As &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;postagens&lt;/span&gt; devem ser concisas e interpelantes.&lt;/em&gt; Tanto a meditação individual como os momentos de meditação dentro das Horas canónicas distinguem-se da &lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;Lectio&lt;/span&gt; Divina&lt;/em&gt; e da leitura das Lições pelo facto de terem na sua base pequenas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;perícopas&lt;/span&gt; bíblicas que deviam servir de interpelação ao movimento da consciência orante que sobre elas se debruça em profundidade, mais do que em amplitude. Esta &lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;ruminatio&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; da Palavra deve ser imitada na leitura do Blog e os conteúdos afixados devem, na sua forma e conteúdo, servir esse objectivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4) &lt;em&gt;Os títulos devem espelhar o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;insight&lt;/span&gt; fundamental de cada uma das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;postagens&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;. De cada meditação, aquele que faz a experiência orante deve trazer consigo um chavão que o remeta de forma evidente para o eco que a Palavra produziu no seu Espírito (o chamado "ramalhete espiritual"). Os títulos, tal como o "ramalhete espiritual", devem por em evidência o elemento mais significativo do qual a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;postagem&lt;/span&gt; é reflexo, ou para o qual a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;postagem&lt;/span&gt; nos remete e perpetuar nos sentidos o cerne da mensagem proposta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo em conta estes elementos, um Blog poderá ser um instrumento poderoso na luta que o "tempo lento" da reflexão, indispensável à maturação de qualquer movimento do pensamento e da consciência, trava contra a sucessão de momentos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;desencarnados&lt;/span&gt; do "tempo rápido" da vida &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;hodierna&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A segunda parte do seminário debruçou-se sobre a relevância da questão acerca do conhecimento científico no âmbito do Seminário de Filosofia da Consciência em Bernard &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Lonergan&lt;/span&gt;. Porque razão é essa questão importante e porque a devemos tratar? A resposta é evidente se tivermos em conta o contexto do pensamento actual que se desenvolve no seio de uma sociedade em que o horizonte do conhecimento e da acção é o tecnológico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As sociedades antigas eram sociedades cosmológicas, isto é, viviam no horizonte do cosmológico. As sua organização e estruturas basilares &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;acentavam&lt;/span&gt; na procura da imitação da ordem pré-estabelecida no Cosmos. Habitualmente o poder era exercido de forma suprema por um rei estabelecido à imagem do ser absoluto divino que presidia ao cosmos. Os restantes elementos da organização social, de castas e de rituais sagrados eram definidos de acordo com o que era observado empiricamente nas realidades cósmicas e celestes.&lt;br /&gt;Tudo isso é hoje passado e foi definitivamente ultrapassado pelo horizonte tecnológico. A ciência com base no método empírico da experimentação permitiu ao Homem a criação de técnicas e maquinaria que transformaram de forma radical as acções humanas e ampliaram exponencialmente as expectativas que o Homem tem da sua existência.&lt;br /&gt;As capacidades dos sentidos humanos podem ser melhoradas, veja se o exemplo comum dos óculos. Alguém com problemas de visão não está hoje resignado à aceitação da sua &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;maleita&lt;/span&gt;, aliás, produzem-se óculos capazes de corrigir e aumentar as suas expectativas face à capacidade visual. Mais, do primordial par de lunetas passou-se para a implantação de lentes artificiais no olho humano e do simples telescópio de lentes chegou-se até ao telescópio espacial colocado em órbita.&lt;br /&gt;No domínio do conhecimento as ferramentas progrediram também de forma prodigiosa. Veja-se o uso quotidiano que nos fazemos do computador pessoal e de todas as suas ferramentas de tratamento e comunicação de dados... A web... E que surpresas nos trarão as investigações no âmbito da robótica e da inteligência artificial ?...&lt;br /&gt;A este propósito emergiu no debate o pensamento de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gaston_Bachelard"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;Gaston&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;Bachelard&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que compreende a máquina como um teorema &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;coisificado&lt;/span&gt;. A técnica é uma aplicação da ciência, isto é, a ciência feita coisa. As máquinas são criações do Homem que procuram liberta-lo das dificuldades de realizar uma tarefa. As máquinas da modernidade cumprem essa missão de tal forma que as expectativas das sociedades actuais são de uma ordem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;inaudita&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Na perspectiva enunciada, a revolução industrial em curso pressupõe uma uma revolução cientifica - que é simultaneamente sua possibilidade e causa - e remete-nos para uma questão do âmbito da antropologia filosófica (e, no fundo também da axiologia e da ética). Trata-se da reflexão acerca das novas expectativas do ser humano e, em particular, do facto de algumas delas poderem interferir de forma a causar transformações permanentes na identidade do ser humano e do seu cosmos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hans_Jonas"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;Hans&lt;/span&gt; Jonas&lt;/a&gt;, na sua obra &lt;em&gt;Das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;Prinzip&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;Verantwortung&lt;/span&gt;: Ver&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;such&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;einer&lt;/span&gt; E&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;thik&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;fur&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;die&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;tecnologische&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;Civilisation&lt;/span&gt; &lt;/em&gt;(ver &lt;a href="http://hip.libri.ucp.pt/ipac20/ipac.jsp?session=1804773LM843.4070menu=search&amp;aspect=basic_search&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;npp=20&amp;ipp=20profile=bujp&amp;amp;ri=&amp;index=.AW&amp;amp;term=Hans+Jonas&amp;aspect=basic_search&amp;amp;x=5&amp;y=4#focus"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;BUJPII&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;), elege três realidades que são pressupostos novos para a antropologia filosófica:&lt;br /&gt;1) as armas de destruição em massa, em particular a bomba atómica ou nuclear;&lt;br /&gt;2) a industrialização acelerada e subsequentes emissões de carbono que podem provocar danos ambientais muito severos;&lt;br /&gt;3) engenharia genética.&lt;br /&gt;Estes três factos modificaram radicalmente a escala da intervenção humana. Actualmente a humanidade pode destruir-se até ao ponto da aniquilação, pode mudar radicalmente a natureza do seu planeta e, desde 14 de Abril de 2003, tem na sua posse o seu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Genoma_humano"&gt;mapa genético&lt;/a&gt; completo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No passado, a ética pedia-nos para sermos bons, justos, livres... Hoje, essa perspectiva foi sobremaneira ultrapassada. A nova ética reduziu a panóplia de princípios a um só: não importa o 'ser bom', o 'ser justo' ou o 'ser livre', mas sobretudo o 'ser', isto é, o 'existir', ou, dito de outro modo, importa a manutenção das condições da natureza humana. Jonas contraria as possibilidades &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;tecnológicas&lt;/span&gt; de perversão da natureza humana em geral e sustenta a permanência da natureza humana em termos compatíveis com a visão criacionista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Homem não queiras criar o homem à tua imagem&lt;/em&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5748062869345813746?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5748062869345813746/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5748062869345813746' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5748062869345813746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5748062869345813746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/protocolo-da-12-sesso.html' title='PROTOCOLO DA 12ª SESSÃO'/><author><name>martiniano</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5876552615935866162</id><published>2007-05-29T11:12:00.000Z</published><updated>2007-05-29T11:20:05.901Z</updated><title type='text'>Elementos da metafísica em Lonergan.</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 100%;font-size:8;" lang="PT" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;        Como já vimos o ser é, em Lonergan, o objecto da metafísica. E os elementos desta são, segundo o mesmo autor, a potência&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;a forma e o acto&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Estamos, quanto à terminologia, como em Aristóteles. Mas não quanto aos conteúdos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Lonergan trata &lt;i style=""&gt;potência&lt;/i&gt;,&lt;i style=""&gt; forma e acto &lt;/i&gt;como componentes do ser proporcionado a ser conhecido. E, então, a &lt;i style=""&gt;potência&lt;/i&gt; é o componente do ser proporcionado a ser conhecido no conhecimento plenamente explicativo, por uma experiência intelectualmente configurada do resíduo empírico; a &lt;i style=""&gt;forma&lt;/i&gt; é o componente do ser proporcionado a ser conhecido pela compreensão plena das coisas nas suas relações entre si; e o &lt;i style=""&gt;acto&lt;/i&gt; é o componente do ser proporcionado a ser conhecido pela articulação do sim virtualmente incondicionado do juízo razoável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; line-height: 150%;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;É pouco, muitíssimo pouco, acerca do muito que há para dizer sobre &lt;i style=""&gt;potência&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;forma&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;acto&lt;/i&gt; em Lonergan.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:14;" lang="PT" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;          Noutra oportunidade avançarei no melhor delineamento destas figuras, desde logo indagando acerca do que seja o “resíduo empírico” e o “sim virtualmente incondicionado” do juízo razoável, aquele relativo à &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;potência&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; e este ao &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: arial;"&gt;acto&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:14;" lang="PT" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Sede desta matéria: cap. 15, fls. 1-2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Por: Francisco Narciso&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:14;" lang="PT" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5876552615935866162?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5876552615935866162/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5876552615935866162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5876552615935866162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5876552615935866162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/elementos-da-metafsica-em-lonergan.html' title='Elementos da metafísica em Lonergan.'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2612474616685642982</id><published>2007-05-29T11:01:00.000Z</published><updated>2007-05-29T11:03:39.121Z</updated><title type='text'>Mais sobre o senso comum</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Como Ser inteligente, o homem é fiador da ordem pelo senso comum, e de forma espontânea , ele identifica o bem com o objecto do desejo, e este desejo não se deverá confundir com o impulso ou com o planeamento egoísta. Ainda que não se esqueça do seu interesse pessoal, mesmo assim a sua pessoa não é uma mónada leibniziana: porque nasceu do amor dos seus pais; cresceu e desenvolveu-se no campo gravitacional do afecto deles; afirmou a sua&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;própria independência para se apaixonar e dotar-se com os seus acontecimentos humanos e das relações existem leis clássicas e estéticas que se combinam concretamente acumulados de esquemas de recorrência. As acções humanas são recorrentes; a sua recorrência é regular, e a regularidade é o funcionamento de um esquema, de um conjunto padronizado de relações do tipo: se um X ocorrer, então um X ocorrerá recorrentemente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;               &lt;/span&gt;Numa revolução a violência é incontrolável; as leis perdem o seu significado; os governos emitem decretos que não são observados; até que o cansaço com a desordem acaba por dispor os homens a aceitar qualquer autoridade que se afirme de forma eficaz. Contudo, uma revolução é apenas um golpe momentâneo de paralisia no Estado. Os progressos da tecnologia, a formação de capital, o desenvolvimento da economia, a evolução do Estado não só são inteligíveis, como são inteligentes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Após a obtenção da civilização, a comunidade intersubjectiva sobrevive na família com o seu circulo de parentes e o crescimento dos amigos, nos usos e costumes, em artes, ofícios e perícias fundamentais, na língua, nos cânticos, na dança, e mais concretamente na psicologia interior e na influência irradiante das mulheres.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;AUTORIA DE: &lt;/span&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2612474616685642982?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2612474616685642982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2612474616685642982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2612474616685642982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2612474616685642982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/mais-sobre-o-senso-comum.html' title='Mais sobre o senso comum'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8759867332980588902</id><published>2007-05-27T12:26:00.000Z</published><updated>2007-05-27T12:27:49.586Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografia'/><title type='text'>Obras</title><content type='html'>&lt;p style="text-indent: 0.42cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Os registos da Universidade Gregoriana em Roma mostram que, a 6 de Dezembro de 1938, a tese de Lonergan intitulada "O pensamento de S. Tomás sobre a graça operativa" foi aprovada para apresentação em Teologia. A dissertação foi completada em 1940. Segundo as suas palavras, «…demorei anos até atingir a mente de S. Tomás de Aquino."&lt;sup&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote1anc" href="#sdfootnote1sym"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Até 1949 continuou a publicar uma série dos artigos sobre a tradição tomista e, mais especificamente, sobre o processo de conhecimento. Nesses estudos deslocou-se das perguntas teológicas sobre a graça para as questões filosóficas sobre a interioridade, isto é, como Deus se revela na consciência.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.42cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Nos anos seguintes a 1949, Lonergan ocupou-se com a redacção de &lt;i&gt;Inteligência: Um estudo do conhecimento humano&lt;/i&gt;, publicado em 1957. O livro tem 875 páginas na edição definitiva, da Universidade de Toronto; são muitos os que confessam nunca o ter lido por inteiro e poucos o leram completamente. É, de facto, um tratado filosófico que pretende levar a cabo uma integração dos conhecimentos humanos, tal como se apresentavam em meados do séc. XX, com uma soma e complexidade que ultrapassava em muito as situações epistemológicas racionalizadas por Platão e Leibniz.&lt;sup&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote2anc" href="#sdfootnote2sym"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;O escopo da obra é imenso: «A auto apropriação da nossa auto-consciência intelectual e racional começa como teoria cognitiva, expande-se para uma metafísica e uma ética, e avança para uma concepção e uma afirmação de Deus, para ser finalmente confrontada com o problema do mal que exige a transformação da inteligência auto-confiante no &lt;i&gt;intellectus quaerens fidem&lt;/i&gt;.»&lt;sup&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" name="sdfootnote3anc" href="#sdfootnote3sym"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Se de facto cumpriu estes objectivos, &lt;i&gt;Inteligência&lt;/i&gt; tornou-se a mais importante obra de filosofia do séc. XX, como aqui procurarei indicar, apontando muito sucintamente as cinco principais temáticas da obra: a relação entre conhecimento e realidade, conhecimento científico e cosmologia, a acção humana e a ética, as questões de interpretação, a relação entre natureza de Deus e filosofia.&lt;/p&gt; &lt;div id="sdfootnote1"&gt;  &lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote1sym" href="#sdfootnote1anc"&gt;1&lt;/a&gt;  Insight, &lt;i&gt;Epílogo&lt;/i&gt;, p.769&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="sdfootnote2"&gt;  &lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial Unicode MS, sans-serif;"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote2sym" href="#sdfootnote2anc"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" name="sdfootnote3sym" href="#sdfootnote3anc"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div id="sdfootnote3"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8759867332980588902?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8759867332980588902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8759867332980588902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8759867332980588902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8759867332980588902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/obras.html' title='Obras'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2543821652444470539</id><published>2007-05-25T09:13:00.000Z</published><updated>2007-05-25T11:26:54.100Z</updated><title type='text'>Entropia e Big Bang</title><content type='html'>A entropia designa o estado de complexidade de um sistema. Para percebermos melhor vamos fazer um café: pego em açucar e coloco na chávena, depois café moído. Se agora quiser voltar separar açucar e café, tenho que gastar muito mais tempo (energia) do que gastei a misturar as duas coisas. Se juntarmos água quente e quisermos reverter o processo.... é na prática impossivel. Dizemos desta forma que a entropia aumentou. A segunda lei da termodinâmica diz-nos que a entropia de um sistema aumenta sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não partirmos de um estado inicial com uma entropia baixissima (tipo Big Bang), a probabilidade do Universo primitivo ser parecido com o actual é de &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_36cKtW3b5FM/RlbHqcssDcI/AAAAAAAAAAk/L958fXX4pTU/s1600-h/numero.PNG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 101px; height: 53px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_36cKtW3b5FM/RlbHqcssDcI/AAAAAAAAAAk/L958fXX4pTU/s320/numero.PNG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068457962724134338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;. Para se ter uma ideia da extrema dimensão deste número, digamos que, se colocasse um zero em todas as partículas do Universo, não teria maneira de o escrever por extenso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2543821652444470539?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2543821652444470539/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2543821652444470539' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2543821652444470539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2543821652444470539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/entropia-e-big-bang.html' title='Entropia e Big Bang'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_36cKtW3b5FM/RlbHqcssDcI/AAAAAAAAAAk/L958fXX4pTU/s72-c/numero.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7250338605434632554</id><published>2007-05-24T15:31:00.001Z</published><updated>2007-05-24T15:33:10.143Z</updated><title type='text'>Em relação à lectio divina</title><content type='html'>Podendo ser útil, deixo aqui um site que poderá ajudar quer para a reflexão diária quer para cada Domingo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.dehonianos.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7250338605434632554?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7250338605434632554/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7250338605434632554' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7250338605434632554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7250338605434632554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/em-relao-lectio-divina.html' title='Em relação à lectio divina'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5652696084397787148</id><published>2007-05-24T15:27:00.001Z</published><updated>2007-05-24T15:27:38.846Z</updated><title type='text'>Para ser grande, sê inteiro!</title><content type='html'>Para ser grande, sê inteiro: nada&lt;br /&gt;Teu exagera ou exclui.&lt;br /&gt;Sê todo em cada coisa. Põe quanto és&lt;br /&gt;No mínimo que fazes.&lt;br /&gt;Assim em cada lago a lua toda&lt;br /&gt;Brilha, porque alta vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Reis&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5652696084397787148?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5652696084397787148/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5652696084397787148' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5652696084397787148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5652696084397787148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/para-ser-grande-s-inteiro.html' title='Para ser grande, sê inteiro!'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3414029865245909685</id><published>2007-05-23T19:44:00.000Z</published><updated>2007-05-23T19:49:42.016Z</updated><title type='text'>A consciencia</title><content type='html'>A consciência é uma qualidade da &lt;a title="Mente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mente"&gt;mente&lt;/a&gt; considerando abranger qualificações tais como subjetividade, auto-consciência, sentiência, sapiência, e a capacidade de perceber a relação entre si e um ambiente. É um assunto muito pesquisado na filosofia da mente, na psicologia, neurologia, e ciência cognitiva.&lt;br /&gt;&lt;a class="internal" title="Representação gráfica de consciência do século XVII." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:RobertFuddBewusstsein17Jh.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="internal" title="Ampliar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:RobertFuddBewusstsein17Jh.png"&gt;&lt;/a&gt;Representação gráfica de consciência do século XVII.&lt;br /&gt;Alguns filósofos dividem consciência em consciência fenomenal, que é a experiência propriamente dita, e consciência de acesso, que é o processamento das coisas que vivenciamos durante a experiência (Block 2004). Consciência fenomenal é o estado de estar ciente, tal como quando dizemos "estou ciente" e consciência de acesso se refere a estar ciente de algo, tal como quando dizemos "estou ciente destas palavras.&lt;br /&gt;Consciência é uma qualidade psíquica, isto é, que pertence à esfera da &lt;a title="Psique" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psique"&gt;psique&lt;/a&gt; humana, por isso diz-se também que ela é um atributo do espírito, da &lt;a title="Mente" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mente"&gt;mente&lt;/a&gt;, ou do pensamento humano. Ser consciente não é exatamente a mesma coisa que perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a &lt;a title="Intuição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Intui%C3%A7%C3%A3o"&gt;intuição&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Dedução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dedu%C3%A7%C3%A3o"&gt;dedução&lt;/a&gt; e a &lt;a title="Indução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Indu%C3%A7%C3%A3o"&gt;indução&lt;/a&gt; tomam parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3414029865245909685?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3414029865245909685/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3414029865245909685' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3414029865245909685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3414029865245909685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/consciencia.html' title='A consciencia'/><author><name>joao paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194377473576456291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7610101075865920304</id><published>2007-05-23T09:16:00.001Z</published><updated>2007-05-25T11:31:33.219Z</updated><title type='text'>Escala dos seres</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_36cKtW3b5FM/RlbIUcssDeI/AAAAAAAAAA0/_MKnH4TFBYE/s1600-h/escala.PNG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_36cKtW3b5FM/RlbIUcssDeI/AAAAAAAAAA0/_MKnH4TFBYE/s400/escala.PNG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5068458684278640098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:100%;" &gt;Estas duas escalas mostram a localização no espaço e no tempo de vários elementos físicos. Os tempos e espaços mais curtos (Tempo de Planck e tamanho de Planck) são importantes, pois é aí que parece haver uma transição de regras físicas. De algum modo que ainda é desconhecido, a natureza, abaixo desses valores “escolhe” umas regras (a chamada mecânica quântica) e acima escolhe outras (Teoria da Relatividade Geral). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:100%;" &gt;A localização dos valores humanos é de algum modo surpreendente. Não podemos esquecer que são duas escalas logarítmicas, ou seja, para falar de modo mais simples, são escalas que trabalham com potências, não com valores lineares (numa escala deste tipo, o tamanho de um homem e de um elefante não são muito diferentes). Assim, podemos dizer até que, quando vemos o homem como parte englobante do Universo até saímos bem na fotografia, ou seja, somos seres relativamente estáveis e até bastante “grandes”. A transição entre ambas as escalas dá-se pela velocidade da luz.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;Fonte: PENROSE, Roger – &lt;i style=""&gt;The Large, the Small and the Human Mind&lt;/i&gt;, &lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;Cambridge&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;: Cambridge University Press, 1997, p.4-7.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7610101075865920304?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7610101075865920304/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7610101075865920304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7610101075865920304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7610101075865920304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/escala-dos-seres.html' title='Escala dos seres'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_36cKtW3b5FM/RlbIUcssDeI/AAAAAAAAAA0/_MKnH4TFBYE/s72-c/escala.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3405750168252721383</id><published>2007-05-22T21:41:00.001Z</published><updated>2007-05-22T21:53:06.580Z</updated><title type='text'>O Que é a Consciência?</title><content type='html'>Por consciência entende-se uma apercepção imanente nos actos cognitivos.&lt;br /&gt;Mas esses actos  são  de diferentes classes, e portanto a apercepção é de diferentes classes segundo os actos.&lt;br /&gt;Situamo-nos assim no âmbito de uma consciência empírica caracteristica dos actos de sentir, perceber, imaginar. Assim como o conteúdo destes actos é meramente apresentado ou representado, assim também a apercepção imanente nos actos é meramente apresentado ou representado, assim também a apercepção imanente nos actos é a mera doação dos mesmos.&lt;br /&gt;Mas há também, uma consciência inteligente caracteristica dos actos de indagar, inteligir e formular.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3405750168252721383?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3405750168252721383/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3405750168252721383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3405750168252721383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3405750168252721383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/o-que-conscincia.html' title='O Que é a Consciência?'/><author><name>Quintino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07976399001903224787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6664462697885027646</id><published>2007-05-22T21:40:00.000Z</published><updated>2007-05-22T21:50:50.804Z</updated><title type='text'>A velocidade é constante ou aumenta com o tempo?</title><content type='html'>Resolvido o problema da queda dos graves, Galileu partiu em busca de uma descrição mais precisa da queda livre - A velocidade é constante ou aumenta com o tempo?&lt;br /&gt;O movimento de queda livre é muito rápido sendo impossível medir tempos de queda com um relógio de água - clepsidra. Atualmente, também, com um cronômetro comum de competição.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4491/1228/1600/slowing.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4491/1228/1600/slowing.1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Galileu percebeu que num plano inclinado &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/4491/1228/1600/incline4.0.gif"&gt;&lt;/a&gt;o movimento de queda reproduz a mesma estrutura da queda livre - diluindo a força da gravidade, sendo mais fácil medí-lo. E conclui que se os resultados obtidos num plano inclinado raso se mantivessem válidos em planos de maior inclinação, então, também, seriam válidos num plano inclinado de inclinação máxima ou seja a queda livre.&lt;br /&gt;Devido às limitações tecnológicas de medição da época, Galileu associou métodos hipotéticos-dedutivos ao processo de medição experimental. Levantou a hipótese de que a velocidade deveria ser proporcional ao tempo de queda e deduziu que o deslocamentos deveriam ser proporcionais ao quadrado do tempo. Em conseqüência, os deslocamentos efetuados em intervalos de tempos iguais deveriam ser proporcionais à serie de números ímpares - 1:3:5:7:9:11... , tornando possível realizar medições com uma relógio de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067505147137573282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_TdqPiKo8eHg/RlNlFSCZQaI/AAAAAAAAABk/FnjSIizCWok/s400/planoincl.gif.2" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Após inúmeras experiências sua hipótese foi comprovada e Galileu pode&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4491/1228/1600/gal-planincl.2.jpg"&gt;&lt;/a&gt; estabelecer a lei da queda dos corpos (desprezando-se efeitos provocados pela resistencia do ar) : A velocidade dos corpos em queda livre é proporcional ao tempo de queda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Realizado por Bruno Domingos&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6664462697885027646?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6664462697885027646/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6664462697885027646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6664462697885027646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6664462697885027646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/resolvido-o-problema-da-queda-dos.html' title='A velocidade é constante ou aumenta com o tempo?'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08788839126653796214</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_TdqPiKo8eHg/RlNlFSCZQaI/AAAAAAAAABk/FnjSIizCWok/s72-c/planoincl.gif.2' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5768928215269253888</id><published>2007-05-22T19:51:00.001Z</published><updated>2007-05-22T19:51:40.306Z</updated><title type='text'>Quando o Homem Quer</title><content type='html'>Sim, o homem é o seu próprio fim. E é o seu único fim. Se quer ser qualquer coisa, tem de ser nesta vida. Agora sei, aliás, que embora conquistadores falem algumas vezes de vencer e de exceder, o que eles querem sempre dizer é «excederem-se». Suponho que sabem o que isto quer dizer. Em certos momentos, todos os homens se sentem iguais a um deus. É assim, pelo menos, que se diz. Mas isto vem do facto de eles terem sentido, num instante, a espantosa grandeza do espírito humano. Os conquistadores são somente aqueles homens que sentem a sua força, o bastante para terem a certeza de viver constantemente nessas alturas e na plena consciência dessa grandeza. É uma questão de aritmética, de mais ou de menos. Os conquistadores são os que podem mais. Mas não podem mais do que o próprio homem quando ele o quer. É por isso que eles nunca deixam o crisol humano, mergulhando no mais ardente da alma das revoluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Albert Camus, in "O Mito de Sísifo"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5768928215269253888?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5768928215269253888/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5768928215269253888' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5768928215269253888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5768928215269253888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/quando-o-homem-quer.html' title='Quando o Homem Quer'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8465780200468154127</id><published>2007-05-22T11:59:00.000Z</published><updated>2007-05-22T12:00:19.772Z</updated><title type='text'>O ser em Lonergan</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;O que é o &lt;i style=""&gt;Ser &lt;/i&gt;em Bernard Lonergan?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Lonergan concebe a metafísica como «a estrutura heurística integral do ser»&lt;/span&gt;&lt;a style="" href="#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;. Deixemos para uma próxima oportunidade a aproximação ao conceito de metafísica deste autor e, retendo que ela tem por objecto o &lt;i style=""&gt;ser&lt;/i&gt;, vejamos como ele o entende.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;Ser&lt;/i&gt;, diz Lonergan, «é o objecto do puro desejo de conhecer»&lt;/span&gt;&lt;a style="" href="#_ftn2" name="_ftnref2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;. E, concretizando, esse objecto é o &lt;i style=""&gt;ser proporcionado&lt;/i&gt; e o ser proporcionado «é tudo o que há para ser conhecido pela experiência, pela apreensão inteligente e pela afirmação razoável»&lt;/span&gt;&lt;a style="" href="#_ftn3" name="_ftnref3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;É bom de ver que só aquele primeiro segmento, «tudo o que há para ser conhecido», se refere directamente ao que seja o &lt;i style=""&gt;ser&lt;/i&gt;; o segundo segmento, «pela experiência, pela apreensão inteligente e pela afirmação razoável», respeita ao como conhecer o &lt;i style=""&gt;ser&lt;/i&gt;. Contudo, mesmo o primeiro segmento, só formalmente nos diz o que seja o &lt;i style=""&gt;ser&lt;/i&gt;. É que afirmar-se que o &lt;i style=""&gt;ser&lt;/i&gt; «é tudo o que há para ser conhecido» nada nos diz acerca do que seja esse tudo.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; line-height: 150%;" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br /&gt;  &lt;hr align="left" size="1" width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="EN-GB"&gt;Insight, cap. 15, pag. 1.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="EN-GB"&gt;Insight, cap. 12, pag. 1.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn3"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a style="" href="#_ftnref3" name="_ftn3" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;" lang="EN-GB"&gt;Insight, cap. 15, pag. 1.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Francisco Narciso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8465780200468154127?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8465780200468154127/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8465780200468154127' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8465780200468154127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8465780200468154127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/o-ser-em-lonergan.html' title='O ser em Lonergan'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-816009703285936803</id><published>2007-05-21T22:16:00.000Z</published><updated>2007-05-21T22:20:03.445Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Biografia'/><title type='text'>Biografia de Bernard Lonergan</title><content type='html'>&lt;p style="text-indent: 0.42cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Lonergan nasceu em 1904 em Ontário, no Canadá; o seu pai era um engenheiro de ascendência irlandesa, e a família da mãe era inglesa. Aos 13 anos, trocou a casa pela Faculdade de Loyola, uma escola jesuíta em Montreal, e de lá entrou para o noviciado na cidade de Guelph. Frederick Crowe, S.J., director emérito do Instituto Lonergan, da Universidade de Toronto, descreve os primeiros anos de aprendizagem de Lonergan, esse estranho mundo anterior ao Concílio Vaticano II. Havia, diz, «leituras sobre a vida de Cristo e dos santos, a Imitação de Cristo, sobre documentos jurídicos e espirituais jesuítas, o velho fiel Afonso Rodriguez (1532-1617), a prática da perfeição e virtudes cristãs. Havia as instruções do mestre aos noviços . . . as "exortações" pregadas por austeros sacerdotes na comunidade, e assim por diante. Havia as penitências, publicação das faltas—admitidas voluntariamente ou indicadas pelos companheiros em agape transbordantes —e havia muita oração . . . a mais lenta de todas as práticas a aprender».&lt;/p&gt; &lt;p style="text-indent: 0.42cm; margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;Era uma vida que ensinava a paciência, a disciplina, e o estudo sério, embora de modo um pouco rígido e restritivo; serão marcas do trabalho de Lonergan. Em 1926, Lonergan foi para Inglaterra estudar filosofia, regressando ao Canadá para ensinar na sua velha escola, em Montreal. De 1933 a 1937 licenciou-se em Teologia em Roma. Não tinha sido um aluno premiado, mas desenvolveu em Roma as ambições intelectuais exemplificadas por uma carta de 1935 a um superior: «Consigo elaborar uma metafísica tomista da história que ofuscará Hegel e Marx, apesar da enorme influência deles nessa obra. Tenho já escrito um esboço, disso como de tudo o mais. Examina as leis objectivas e inevitáveis da economia, da psicologia (ambiente, tradição) e do progresso  . . . para encontrar a síntese superior destas leis no Corpo Místico.» Não escapará ao leitor que Hegel e Marx, não eram exactamente leituras recomendadas para um jovem sacerdote em Roma e, ainda mais, na Itália fascista. Mas fica bem claro como ele era já o indivíduo audaz, capaz de pensar sem &lt;i&gt;imprimatur&lt;/i&gt;. E também fica claro que o corpo místico de Cristo, é desde S. Paulo, um dos conceitos mais integradores da teologia.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-816009703285936803?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/816009703285936803/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=816009703285936803' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/816009703285936803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/816009703285936803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/biografia-de-bernard-lonergan.html' title='Biografia de Bernard Lonergan'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8358100033333729924</id><published>2007-05-20T14:44:00.000Z</published><updated>2007-05-20T13:44:31.106Z</updated><title type='text'>PROTOCOLO DA 10ª SESSÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;/span&gt;Participantes:&lt;br /&gt;Doutor Mendo Castro Henrique&lt;br /&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;br /&gt;Quintino Manuel Trinchete&lt;br /&gt;José Salvador Tivane&lt;br /&gt;Rúben Dário&lt;br /&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;br /&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;br /&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;br /&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;br /&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;br /&gt;João Paulo Machado de Freitas&lt;br /&gt;Martiniano Pedro Moutinho Rato.&lt;br /&gt;Fernando Manuel Marques apolinário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão começou com a apresentação do prtocolo da sessão anterior, seguindo-se a respectiva apreciação. Como o protocolo tivesse suscitado questões interessantes aos membros da sessão, houve um debate apreciável e eloquente, entre os membros presentes. Falou-se da questão das insuficiencias da razão, visto que,aos olhos do Teólogo, ela se completa pela fé. Nisto, é preciso manter um equilíbrio sem incorrer nos excessos de racinalismo ou da fé Incipiente. O próprio Fenómeno do acreditar Cristão difere-se do Islão,na medida em que o primeiro tem uma abertura à razão e a capacidade de diálogo com as demais religiões,enquanto que o segundo éunilateral nas suas convicçoes, verificando-se certa incapacidade de inter-diálogo com as demais religiões e com a racionalidade.&lt;br /&gt;Na tentativa de fundamentar a questão em debate, ficou dito que a moderna historiografia fala-nos não de "invasões Bárbaras" mas de migrações dos povos; tal como na actualidade co-existem na europa comunidades de fé islâmica também no passado, a Europa cristanizada, recebeu comunidades emigrantes. O cristianismo, na sua abertura, mostra-se como aquela religião que, não tendo criado leis contra a escravatura, com o seu aparecimento ela vai desaparecendo gradualmente.&lt;br /&gt;Finda a análise do protocolo, e do debate, seguiu-se o tratamento do Epílogo de Bernard Lonergan. No seguimento da sessão, referiu-se a Possibilidade de Ética Segundo Lonergan como similar a de São Tomás de Aquino, na medida em que ambos se referem à bens. Estes dois autores são tidos como aqueles que têm uma visão global das coisas. Retomado o Epílogo de Lonergan, verificou-se que nele está presente Uma Introdução à Teologia, também designda por Apologética. É nisto que se verifica que o católico,por um lado, não admite nem um racionalismo exclusivo do iluminismo, nem, por outro lado, as várias tendências irracionalistas que poderam ser verificadas desde o periodo medieval, através da reforma protestante (a referencia é o modo próprio de existência da Igreja enquanto instituição), até a sua manifestação aguda na reacçaõ de Kierkegayard ao Hegelianismo e nos contemporâneas tendências dialéctica e existencialista.&lt;br /&gt;Assim, o Teólogo deve se empenhar, caso contrário, tornar-se-à num inútil, sem norte! O Teólogo é um Homem que procura estudar a filosofia com justiça. Contudo, o Teólogo é um trabalhador incansável, flexivel e dinâmico, capaz de se adaptar às várias ciências. Teólogo é aquele homem que sabe fazer uma simbiose das várias ciências e saberes. Seguidamente, ficou recomendado aos membros da sessão a leitura da segunda página do Epílogo de Bernard Lonergan, para uma postagem no Blog do Seminário de Filosofia Da Consciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8358100033333729924?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8358100033333729924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8358100033333729924' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8358100033333729924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8358100033333729924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/protocolo-da-10-sesso.html' title='PROTOCOLO DA 10ª SESSÃO'/><author><name>Edgar  Paulo Cadir</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13843597220920647801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Mp_dZVfZnmE/SpeUGi3RRmI/AAAAAAAAAGY/D3jyLvUmUVc/S220/Img027.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4848587839934274813</id><published>2007-05-17T22:10:00.000Z</published><updated>2007-05-17T22:23:38.764Z</updated><title type='text'>Tempo é Mudança</title><content type='html'>O tempo é a dimensão da mudança. Sem percepção da mudança, não há e não pode haver percepção do tempo. E as diferentes atitudes para com o tempo são corolários de diferentes atitudes para com a mudança. (...) Vive-se bem a vida em camaradagem com o tempo, vendo-o como ele é, respeitando as suas obras, inclusive a decadência e a morte, com o passado e com a história. A restauração é uma autodecepção e frequentemente um crime. (...) O tempo é frequentemente destrutivo - como o são os escultores quando trabalham um bloco de pedra. Mas velhos rostos podem ser mais expressivos que rostos jovens, velhas paredes e esculturas mais ricas que as novas. ~&lt;br /&gt;Walter Kaufmann, in &lt;em&gt;'O Tempo é um Artista' &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4848587839934274813?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4848587839934274813/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4848587839934274813' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4848587839934274813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4848587839934274813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/tempo-mudana.html' title='Tempo é Mudança'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5406678936203502961</id><published>2007-05-17T22:09:00.000Z</published><updated>2007-05-17T22:10:00.069Z</updated><title type='text'>A Velocidade do Tempo é Infinita</title><content type='html'>A velocidade do tempo é infinita, e só quando olhamos para o passado, é que temos consciência disso. O tempo ilude quem se aplica ao momento presente, de tal modo é insensível a passagem do seu curso vertiginoso. Queres saber porquê? Porque todo o tempo passado se acumula num mesmo lugar; todo o passado é contemplado em bloco, forma uma totalidade; todo ele se precipita no mesmo abismo. De resto, não é possível delimitar grandes intervalos nesta nossa vida tão breve. A existência humana é um ponto, é menos que um ponto. Só por troça é que a natureza deu a tão diminuta existência a aparência de uma grande duração, dividindo-a em infância, em adolescência, em juventude, em período de transição da juventude à velhice, finalmente em velhice. Tantos períodos num tão exíguo espaço de tempo!&lt;br /&gt;(...) Habitualmente não me parecia tão veloz a passagem do tempo; agora, porém, parece-me incrivelmente rápida, talvez porque sinto aproximar-se o fim, talvez porque passei a dar-lhe atenção e a avaliar o desgaste que em mim provoca. Por isso mesmo me causa indignação ver como as pessoas gastam em futilidades a maior parte de uma vida que, mesmo dispendida com a maior parcimónia, não seria bastante para as coisas essenciais.&lt;br /&gt;Séneca, in &lt;em&gt;'Cartas a Lucílio'&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5406678936203502961?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5406678936203502961/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5406678936203502961' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5406678936203502961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5406678936203502961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/velocidade-do-tempo-infinita.html' title='A Velocidade do Tempo é Infinita'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3250760208857314493</id><published>2007-05-15T13:54:00.000Z</published><updated>2007-05-16T11:27:56.960Z</updated><title type='text'>Como dizia Einstein....</title><content type='html'>&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:10;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;"Todas as teorias físicas deveriam se prestar a uma descrição tão simples que até uma criança pudesse entender"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                                                    &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Einstein&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3250760208857314493?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3250760208857314493/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3250760208857314493' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3250760208857314493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3250760208857314493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/todas-as-teorias-fsicas-deveriam-se.html' title='Como dizia Einstein....'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08788839126653796214</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-427973587241150490</id><published>2007-05-15T13:49:00.000Z</published><updated>2007-05-15T13:54:07.155Z</updated><title type='text'>Protocolo da 7ª Sessão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Participaram nesta Sessão:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Professor Doutor Mendo Casto Henriques&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fernando Manuel Marques Apolinário&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ruben Dário&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;José Salvador Tivane&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Carlos Manuel Lopes Rodrigues&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;João Paulo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A sessão iniciou-se com a leitura, debate e correcção do protocolo da sessão anterior.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O site da disciplina já se encontra disponível, é importante consultar o site, isto porque este contem alguns conteúdos para downloads.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Devido há falta de comparência de alguns participantes na ultima sessão, o professor sugeriu que se revê-se quem e quais os temas que já estavam escolhidos, distribuídos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segue-se uma tabela com os participantes e os respectivos trabalhos atribuídos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;table class="MsoTableGrid" style="border: medium none ; border-collapse: collapse;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr style=""&gt;   &lt;td style="border: 1pt solid windowtext; padding: 0cm 5.4pt; background: rgb(153, 153, 153) none repeat scroll 0% 50%; width: 144.05pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Participante &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: solid solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; background: rgb(153, 153, 153) none repeat scroll 0% 50%; width: 144.05pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;color:windowtext windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tema do trabalho&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: solid solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; background: rgb(153, 153, 153) none repeat scroll 0% 50%; width: 144.1pt; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;color:windowtext windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Capitulo onde se encontra estes temas&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=427973587241150490#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;António   Cardoso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Disfuncionalidade   &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Júlio   Pereira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O   conceito de desenvolvimento na realidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;------------------------------&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fernando   Apolinário &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Comparação   entre os tipos de ciência &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   3 e 4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bruno   Domingos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O   que é a própria intelecção &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Francisco   Narciso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Potência,   forma e acto &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   15 e 16&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Paulo   Alves &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Espaço   e tempo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ruben   Dário &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senso   comum&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;------------------------------&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;José   Tivane&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mal   &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   18 e 19&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Edgar   Cadir &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ética   &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   18&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Carlos   Rodrigues &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mito   e mistério &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   17&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr style=""&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;João   Paulo &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A   noção e a crença &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td  style="border-style: none solid solid none; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:-moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color;" valign="top" width="192"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cap.   20&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesta mesma sessão o professor ao sugerir temas de trabalho indicou entre outros o tema da ciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A Ciência (do latim scientia, conhecimento) é o conjunto de informações sobre a realidade acumuladas pelas várias gerações de investigadores depois de devidamente validadas pelo método científico. Também se designa por ciência o processo de recolha e validação de informações sobre a realidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A propósito da investigação científica, surgiu a questão entre os participantes de como relacionar a teoria cientifica da criação com a doutrina da criação judaico-cristã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O Criador e o Big Bang &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;O Criador&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt; -&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:#000000;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;A primeira dedução lógica que podemos fazer sobre o Universo é a existência de um Criador. As leis que governam a Natureza são tão simples e lógicas que se torna praticamente impossível que tudo que exista seja obra do acaso. Portanto, deve haver uma inteligência suprema que, de alguma maneira, projectou e executou esse maravilhoso empreendimento, que é o Universo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;O Supremo Arquitecto do Universo, na sua omnisciência, convida o Homem em sua eterna busca a tentar explicar os mistérios da Natureza. O Homem, por sua vez, na sua ânsia de saber, procura compreender a génese da criação, atribuindo-lhe vários nomes, formas, e até mesmo, sentimentos envolvidos nesse processo de manifestação, em busca de poder aprender os mistérios e desígnios da mente divina, o que é inexplicável por ser incompreensível. Assim, entramos no âmbito metafísico, o que vai além da obra do Criador.&lt;br /&gt;Em todas as deduções lógicas que faremos aqui, tentaremos torná-las verdadeiras através da busca por consistências baseadas no método científico, que tem como objectivo verificar, por comparação, a compatibilidade entre elas e os dados observacionais verdadeiros fornecidos pela Ciência.   Sendo assim, aquela nossa primeira dedução a respeito da existência de um Criador não pode ser considerada legítima com base no método científico. Mesmo assim, podemos aceitá-la por ser fruto do bom senso. Portanto, o leitor tem a flexibilidade para acreditar que o Universo também possa ser obra do acaso, o que não vai comprometer a aceitação das várias outras deduções que faremos no transcorrer desse livro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 3pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;"Deduções Lógicas", que forma um elo de conceitos e ideias simples e lógicas, não tem a pretensão de mergulhar nesses mistérios metafísicos que transcendem a criação, e sim apenas tentar compreender a arquitectura do Universo, cuja história foi e continua sendo mal interpretada até os dias actuais.&lt;br /&gt;Tudo começou há mais ou menos 13,7 biliões de anos, que é a idade do Universo, conforme a conclusão mais recente publicada pela NASA, com um erro aproximado de 1%.&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;No início, o Criador reuniu em apenas um ponto todo o material necessário à sua grande obra. Esse ponto é denominado de Singularidade Primordial, onde foi colocada toda a energia que constitui o Universo actual, sendo que, ao mesmo tempo foram criadas as leis fundamentais que regulam o funcionamento e a dinâmica dessa energia, manifestando-se nas várias modalidades a serem estudadas mais adiante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;O &lt;i style=""&gt;Big Bang&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=";color:#000000;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:100%;color:#000000;"  &gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;Como já havia sido dito, toda a matéria do Universo em forma de energia estava contida num ponto ou singularidade inicial. Então, esse ponto explodiu, espalhando um caldo de energia pura em todas as direcções, dando início ao processo de expansão do Universo, como afirma a Ciência.&lt;br /&gt;De acordo com "Deduções Lógicas", a força dessa explosão inicial durou um certo tempo, e enquanto isso, ela foi a responsável pela aceleração de todas as energias que lá havia. Nesse mesmo tempo, cada quantum de energia percorria uma certa distância adquirindo uma certa velocidade, sendo que as velocidades são proporcionais às distâncias percorridas por cada quantum.&lt;br /&gt;Essa fase inicial do Universo, quando ele estava num processo de aceleração durante um certo tempo, pode ser bem comparada com aquela ideia simples de um gás que se expande sob pressão, sendo que este se encontra dentro de uma esfera de tamanho (raio) crescente, representando o próprio universo em expansão, sendo o centro da esfera o local do &lt;i style=""&gt;Big Bang&lt;/i&gt;. Sendo assim, à medida que a esfera (universo) cresce, a pressão do gás  vai diminuindo até desaparecer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;A partir desse momento em que a pressão se anula, termina a fase de aceleração. Cada partícula desse gás continua se afastando do centro da explosão com sua própria velocidade já adquirida pelo impulso inicial do Big-Bang, pois aquela força inicial cessou. Dessa forma, o Universo entra numa nova fase, sendo que cada quantum (grãozinho) de energia dentro da referida esfera adquire uma velocidade de expansão (Ve), cujos valores são proporcionais às suas distâncias ao centro da esfera. Logo, quanto mais longe do centro o quantum estava no momento em que deixou de actuar a pressão, maior foi a velocidade de expansão (Ve) atingida por ele. Nessa situação, a única força que poderia agir sobre essas partículas seria a força da gravidade, retardando ou desacelerando o movimento dessas. Ao contrário do que possamos imaginar, a grande explosão que originou o Universo não emitia som e nem sequer clarão de luz. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;Pode dizer-se que o tempo começou com o &lt;i style=""&gt;big bang,&lt;/i&gt; no sentido em que os primeiros momentos não podiam ser definidos. Deve sublinhar-se que este começo no tempo é muito diferente dos que tinham sido considerados previamente. Num universo imutável, um começo no tempo é uma coisa que tem de ser imposta por algum Ser exterior ao Universo; não há necessidade física de um começo. Pode imaginar-se que Deus criou o Universo em qualquer momento do passado. Por outro lado, se o Universo está em expansão, pode haver razoes de natureza física para um começo. Podia continuar a imaginar-se que Deus criou o Universo no instante do &lt;i style=""&gt;big bang, &lt;/i&gt;ou mesmo depois, de tal modo que o &lt;i style=""&gt;big bang&lt;/i&gt; nos pareça ter ocorrido, mas não teria qualquer significado supor que tinha sido criado antes do &lt;i style=""&gt;big bang&lt;/i&gt;. Um universo em expansão não exclui um Criador, mas impõe limitações ao momento do desempenho da Criação!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="conteudo" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;color:#000000;"   &gt;Ainda poderíamos insistir em perguntar: "O espaço foi criado naquele momento da explosão?". "Se existe o Criador, então onde ele estava?" As respostas dessas e de muitas outras indagações não têm relevância, pois nunca saberemos os mistérios insondáveis do Criador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lisboa, 18 de Abril de 2007-04-17&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fernando Apolinário &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;hr style="height: 3px;font-size:78%;" align="left"  width="33%"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=427973587241150490#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;" &gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span  lang="EN-GB"  style="font-size:100%;color:black;"&gt;MEYNELL, Hugo A. – &lt;i&gt;An Introduction to the Philosophy of Bernard Lonergan&lt;/i&gt;. 2ª Edição, Londres: Macmillan Academic and Professional Ltd, 1991&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-427973587241150490?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/427973587241150490/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=427973587241150490' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/427973587241150490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/427973587241150490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/protocolo-da-7-sesso.html' title='Protocolo da 7ª Sessão'/><author><name>Fernando</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08788839126653796214</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7627426899485384978</id><published>2007-05-15T11:17:00.000Z</published><updated>2007-05-15T11:53:03.348Z</updated><title type='text'>Algumas notas acerca da visão do mundo como probabilidade emergente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; O mundo só pode ser compreendido através do dinamismo da Inteligência Humana, é esta que o compreende e estabelece relações de sentido entre os dispersos dados que lhe são apresentados. Estas relações só serão possíveis se, entre todas as coisas, houver uma unidade, algo de comum. Assim, vamos tentar buscar esta unidade e não a diversidade ou particularidades de cada elemento.&lt;br /&gt;Esta unidade pode ser encontrada na própria noção de desenvolvimento. É comum entre todos os fenómenos do mundo a mudança. Sim, há fases de desenvolvimentos em que uma mudança ocorrida será contrariada por uma nova mudança de modo a restabelecer a situação original. Por exemplo, a constipação é uma mudança ocorrida no nosso organismo que constitui um mal para a sua saúde, então exige-se uma nova mudança de modo a restabelecer a situação de saúde. Neste processo há um desenvolvimento: o corpo fica mais fortalecido depois de vencer aquele determinado "vírus", ou seja, desenvolve-se, evolui, aperfeiçoa-se.&lt;br /&gt;Estes processos de mudança ocorrem naturalmente no Universo, o que supõe uma ordem, uma dinâmica interna que tudo conjuga e pela qual tudo decorre.&lt;br /&gt; Contudo, ao mesmo tempo que se percebe uma ordem, percebe-se uma probabilidade imensa de futuros possíveis, que dependem das circunstâncias externas aos próprios fenómenos. De facto, temos de dar lugar a uma divergência não sistemática, ou seja, ao acaso! Deste modo, está excluída qualquer tentativa de elaborar uma visão determinista do desenvolvimento da própria realidade. Em cada momento, há possibilidades remotas de realização. Isto aplica-se a todos os fenómenos da realidade, bem como ao próprio Homem.&lt;br /&gt;Esta visão do mundo como probabilidade emergente já se encontra, em certo sentido, em Aristóteles, quando distingue necessário e contingente.  O necessário é aquilo que, segundo a percepção que o homem tem da realidade, mas que, no fundo, pode não acontecer. O sol nasce todos os dias, nasceu sempre; mas quem nos garante que nascerá amanhã? É muito provável que volte a nascer, mas não é certo. O contingente é aquilo que acontece às vezes.&lt;br /&gt;Mais tarde, Galileu estabelece uma diferença fundamental entre as leis necessárias e a sua aplicação na realidade, aqui estão sujeitas a influências que nunca estão completamente contempladas na teoria. A ciência avança à medida que vai prevendo essas possíveis influências, de modo a tornar o seu produto menos falível. Isto é o caso das máquinas.&lt;br /&gt;O mundo não é uma máquina! A sua ordem não exclui o acaso, não determinismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui se apresenta um novo tema de discussão: a ausência do determinismo e a presença de uma finalidade! Trataremos disso mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7627426899485384978?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7627426899485384978/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7627426899485384978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7627426899485384978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7627426899485384978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/algumas-notas-acerca-da-viso-do-mundo.html' title='Algumas notas acerca da visão do mundo como probabilidade emergente'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5811093500617029845</id><published>2007-05-14T14:53:00.000Z</published><updated>2007-05-14T14:54:45.376Z</updated><title type='text'>Material de estudo</title><content type='html'>Penso que este site está bom e pode ajudar à compreensão de Lonergan e à elaboração dos trabalhos:&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.iep.utm.edu/l/lonergan.htm"&gt;http://www.iep.utm.edu/l/lonergan.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5811093500617029845?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5811093500617029845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5811093500617029845' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5811093500617029845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5811093500617029845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/material-de-estudo.html' title='Material de estudo'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-830525845671076684</id><published>2007-05-14T13:58:00.000Z</published><updated>2007-05-14T14:44:34.500Z</updated><title type='text'>The development no estudo de Lonergan</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A noção de desenvolvimento é central no pensamento de Lonergan. Ao analisar os métodos de Investigação ( &lt;em&gt;the classical and statistical methods of natural science; the dialectical method of philosophy and the genetic method)&lt;/em&gt; apercebemos dessa centralidade. Recordemos o quadro da probabilidade emergente das ciências e concordaremos com tal importância.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Pelo&lt;/em&gt; estudo da obra &lt;em&gt;insight, &lt;/em&gt;podemos dizer que Lonergan aborda a noção de desenvolvimento em quatro partes.&lt;/div&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A relação entre o &lt;em&gt;dinamismo da mente humana e o dinamismo do Universo -&lt;/em&gt; O Universo, a Realidade não está em repouso, enerte, mas está num permanente processo, num contínuo desenvolvimento. O universo&lt;em&gt;"is not at rest, not stactic, not fixed in present, but in process, tension, fluid" &lt;/em&gt;(&lt;em&gt;Insight, 470&lt;/em&gt;). Se há um processo, tem de haver um fim para o qual se desenvolve, para onde a realidade naturalmente tende, ou seja, há uma noção de finalidade.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O desenvolvimento &lt;em&gt;"as a linked sequence of dinamic higher integrations and outlines the principles of development"&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;A relação entre o método genético e o clássico. ao abordar o tema das ciências, fica claro no pensamento de Lonergan que sem a ideia de desenvolvimento nenhuma ciência tem sentido. O mesmo diremos em relação à realidade e ao próprio homem.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="justify"&gt;O desenvolvimento humano como um processo com conflitos e tensões. Este abordagem é evidente quando Lonergan expôe as várias configurações da Consciência.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;p align="justify"&gt;O estudo que se vai procurar fazer sobre esta temática, terá essencialmente como objectivo perceber a sua aplicação ao conceito de realidade e as suas necessárias consequências. tendo sempre em vista o Homem como algo que interage com a própria realidade podendo modificá-la, alterá-la e quem sabe alterar a sua finalidade especifica. E estará isso certo? Terá ele esse direito?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-830525845671076684?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/830525845671076684/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=830525845671076684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/830525845671076684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/830525845671076684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/development-no-estudo-de-lonergan.html' title='The development no estudo de Lonergan'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4846295078957645938</id><published>2007-05-14T09:11:00.000Z</published><updated>2007-05-14T09:14:23.042Z</updated><title type='text'>Senso comum</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Tendo em conta ao estudo sobre o Senso Comum, viu-se que as relações apreendidas pelo senso comum se encontram entre duas variáveis: por um lado, o senso comum é um desenvolvimento do sujeito para a qual as coisas estão relacionadas; por outro lado, o senso comum realiza um desenvolvimento nas coisas com as quais nos relacionamos. Além disso, os desenvolvimentos estão sujeitos a desvios; para além da acumulação progressiva de intelecções relacionadas, há o efeito cumulativo da recusa de intelecções. No campo subjectivo, tal recusa tende a ser pré-consciente; conduz a um conflito psiconeurótico ; opõe-se ao juízo racional do sujeito e à sua escolha deliberada. No campo objectivo, a recusa é racionalizada por uma distinção entre teoria e prática; conduz ao conflito e à desintegração social; tem de ser contrariada pelo entendimento do senso comum de que o aspecto prático é para o homem e não o homem para o aspecto prático, e a um nível mais recôndito, pelo princípio, implícito na dialéctica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;    Para o senso comum prático de um grupo, como para todo o senso comum, há um conjunto incompleto de intelecções que tem de ser completado distintamente em cada situação &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;concreta. Tal como a sua adaptação é sucessiva, também o seu crescimento é tão oculto quanto a geração, a divisão, a diferenciação de células na semente, no rebento, e na planta. Só as repúblicas ideais surgir completas a partir da mente do homem; as comunidades civis existentes e funcionais só conhecem a história das suas origens, apenas um esboço do seu desenvolvimento, apenas uma estimativa da sua complexidade presente. É que o senso comum pratico activo numa comunidade não existe, por completo, na mente de um homem qualquer. É partilhado por muitos, de modo a dotar cada um com um entendimento do seu papel e tarefa, para que todo o sapateiro seja um perito no seu oficio, e que ninguém seja perito no campo do outro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;AUTORIA DE: &lt;/span&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4846295078957645938?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4846295078957645938/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4846295078957645938' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4846295078957645938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4846295078957645938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/senso-comum.html' title='Senso comum'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6732721919062460522</id><published>2007-05-09T09:17:00.000Z</published><updated>2007-05-09T09:19:44.791Z</updated><title type='text'>LA COMPLEMENTARIEDAD  DE LAS INVESTIGACIONES CLÁSICAS Y ESTADÍSTICAS</title><content type='html'>&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Nuestro estudio de la inteligencia humana comenzó por una explicación de los aspectos psicológicos del acto de intelección. Pasó a las definiciones geométricas en cuanto son productos del acto de intelección y luego con la redefiniciones que resultan de los puntos de vistas superiores, el argumento giró después a hacia el tipo extraño de los que es el acto de intelección que uno aprende y lo comprende los ciertos datos presentes a la respuestas de una pregunta dada pues consiste en comprender que no hay nada de comprender.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;La intelección en el campo de la ciencia empírica, tras un contraste de sumario entre el desarrollo de las matemáticas y la científica pues centramos la atención en el origen de las pistas que conforman el primer acto de la intelección como vimos que mediante la indagación la inteligencia anticipa el acto de la comprensión.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Este acto anticipado puede ser designado de la manera heurística y es esto lo que constituye las pistas que la inteligencia emplea para guiarse, en fin las estructuras heurísticas se dividen en dos grupos, que son las clásicas y las estadísticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Una estructura heurística clásica es una anticipación inteligente de lo sistemático y por supuesto de loa abstracto en lo cual&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;el la a converger concretamente, es por eso que una estructura heurística estadística es una anticipación inteligente de lo sistemático y lo abstracto que establece unos limite o unas normas de lo cual lo concreto no puede divergir de manera sistemática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;De manera que por si sola las estructura heurísticas están vacías. Ahora bien así como la forma puede&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ser anticipada en sus propiedades generales asimismo también el proceso puede ser anticipado en sus propiedades generales.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Existen pues los cánones del método empírico, si el acto de la intelección ha de ocurrir sobre los datos, tenemos un canon de selección y sobre estos datos ya acumulados en un ciclo de presentaciones y formulaciones, experimentos y una nueva presentaciones y ahora tenemos un canon de operaciones.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Si la ciencia aplicada implica actos de intelección sobre los materiales los propósitos y los instrumentos, entonces la ciencia pura en cuanto es anterior a la aplicada y es ella la que se ocupara exclusivamente de la inteligibilidad inmanente de los datos, por lo cual estará sujeta a un canon de pertenencia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Si la ciencia pura va mas allá de los datos en tanto aprende su inteligibilidad inmanente con todo, no añade a los datos más que ese contenido inteligible; de lo cual resulta un canon de parsimonia el cual excluye cual afirmación que va más allá de lo que puede ser verificado en los datos. Pues estos datos deben de ser comprendidos, y es esto la meta de la ciencia que estos datos sean comprendidos y que todos los fenómenos por el cual pasa el método científico está sujeto a un canon de explicaciones rigurosa y completa,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;Y esta conclusiones implica un cambio del puntos de vistas de Galileo al de Einstein. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="ES-TRAD"&gt;En fin aunque todos los datos son explicados existen residuos estadísticos, pues la totalidad de los sistemáticos es abstracta, lo abstracto es aplicado a lo concreto únicamente al añadir nuevas determinaciones y en virtud de la naturaleza del caso, las nuevas determinaciones no pueden relacionarse entre si de manera sistemática.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  lang="ES-TRAD" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6732721919062460522?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6732721919062460522/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6732721919062460522' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6732721919062460522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6732721919062460522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/la-complementariedad-de-las.html' title='LA COMPLEMENTARIEDAD  DE LAS INVESTIGACIONES CLÁSICAS Y ESTADÍSTICAS'/><author><name>Ruben Dario</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10247193641918296270</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4264544252548361203</id><published>2007-05-08T09:19:00.000Z</published><updated>2007-05-08T09:22:26.647Z</updated><title type='text'>Quinta Versão do trabalho</title><content type='html'>Continuei o trabalho que estava a fazer e cortei bastante texto, e tentei também dar maior sequencia lógica àquilo que escrevi. Creio que esta versão está quase "definitiva". espero só ter que proceder a alterações de pormenor, e não alterações de fundo. como sempre, aqui fica o link, se quiserem espreitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mega.ist.utl.pt/%7Epaalve/QuintaVer.doc"&gt;http://mega.ist.utl.pt/~paalve/QuintaVer.doc&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4264544252548361203?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4264544252548361203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4264544252548361203' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4264544252548361203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4264544252548361203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/quinta-verso-do-trabalho.html' title='Quinta Versão do trabalho'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3550551006878494814</id><published>2007-05-07T23:00:00.000Z</published><updated>2007-05-05T23:01:00.390Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pensamento matricial'/><title type='text'>A matriz da consciência</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em jeito de balanço, pode afirmar-se que o sujeito humano consciente se apresenta de um modo diferente do que correntemente se entende: não como um objecto mundano entre outros; nem sequer como um sujeito "interior", "dentro de nós" em confronto com um objecto externo, "algo lá fora", como Lonergan escreveu. É um sujeito situado na natureza e na história, um sujeito que conquista consciência de si e reconhecimento na dimensões pessoais, comunitárias e históricas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="margin-right: 0.33cm; text-indent: 0.64cm;" lang="pt-PT"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-right: 0.33cm; text-indent: 0.64cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No decurso da filosofia moderna, a teoria confrontacional, que reduz o sujeito a um objecto especial, produziu uma variedade de teorias e conjuntos de proposições, entretanto desacreditadas pela investigação científica. As actuais filosofias da consciência advertem que estas batalhas de horizontes conceptuais não podem ser resolvidas por um apelo à coerência de um determinado horizonte, teoria, ou autoridade. O ponto de partida necessário é a sabedoria que gera esses mesmos horizontes, teorias, ou autoridades; não precisamos de uma teoria fundante mas sim de uma realidade fundante; como atrás escrito, não de uma filosofia, nem sequer a filosofia, mas de um pensamento matricial em que se possa inscrever cada filósofo com a sua paixão de pesquisar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="margin-right: 0.33cm; text-indent: 0.64cm;" lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Esse pensamento matricial parte da coincidência entre a visões do mundo concreto, tal como são apresentadas pelas ciências humanas e da natureza e pelas filosofias da consciência. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3550551006878494814?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3550551006878494814/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3550551006878494814' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3550551006878494814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3550551006878494814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/matriz-da-conscincia.html' title='A matriz da consciência'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2050165571247047555</id><published>2007-05-07T22:23:00.000Z</published><updated>2007-05-09T09:27:44.781Z</updated><title type='text'>Quem é Bernard Lonergan</title><content type='html'>Bernard Lonergan (17 de Dezembro de 1904 - 26 de Novembro de 1984) foi um padre jesuita canadiano.&lt;br /&gt;Ele foi um filósofo e teologo de tradição tomista e também um economista, formado em &lt;a class="new" title="Buckingham (Quebec)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Buckingham_%28Quebec%29&amp;amp;action=edit"&gt;Buckingham&lt;/a&gt;, Quebec. Lonergan era professor do Colégio Loyola, da Universidade de Toronto(Regis College), da Pontifícia Universidade Gregoriana e do Boston: Colege.&lt;br /&gt;Lonergan é autor, entre outras obras, de &lt;a class="external text" title="http://www.utppublishing.com/detail.asp?TitleID=" href="http://www.utppublishing.com/detail.asp?TitleID=907" rel="nofollow"&gt;Insight: A Study of Human Understanding&lt;/a&gt; (1957) e de &lt;a class="external text" title="http://www.utppublishing.com/detail.asp?TitleID=" href="http://www.utppublishing.com/detail.asp?TitleID=813" rel="nofollow"&gt;Method in Theology&lt;/a&gt;(1973), trabalhos que estabeleceram os lineamentos daquilo ele denominaria Método Empírico Generalizado (Generalized Empirical Method - GEM).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2050165571247047555?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2050165571247047555/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2050165571247047555' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2050165571247047555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2050165571247047555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/bernard-lonergan-17-de-dezembro-de-1904.html' title='Quem é Bernard Lonergan'/><author><name>joao paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01194377473576456291</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4938204960525014305</id><published>2007-05-04T09:18:00.000Z</published><updated>2007-05-04T09:19:43.119Z</updated><title type='text'>Medidas de Espaço e Tempo</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que é um segundo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Segundo a mais recente definição S.I. (Sistema Internacional), um segundo (s) é: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;9 192 92 631 770 vezes o período da vibração de radiação de um átomo de césio, sendo&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;período definido como o intervalo de tempo necessário para uma vibração completa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O que é um quilograma? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Esta definição já é mais “normal”:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Um quilograma é a massa de um cilindro de alumínio de Platina-Irídio guardado no International Bureau of Weights and Measures em Sèvres, França.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E um metro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Um metro é a distância percorrida pela velocidade da luz no vácuo durante o tempo de 1/299 792 92 458 segundo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9.5pt; line-height: 150%; font-family: NewBaskervilleITCbyBT-Black;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 9.5pt; line-height: 150%; font-family: NewBaskervilleITCbyBT-Black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Estas definições mostram duas coisas: primeiro, a precisão máxima que actualmente se pode atingir para definir grandezas com as quais lidamos todos os dias. Basta referir que com esta definição de tempo é possível produzir um relógio atómico que não ganhará nem perderá um segundo nos próximos 20 milhões de anos! Depois disto não há razão para chegarmos atrasados às aulas. A segunda consideração é que, apesar de extremamente precisas, estas medidas são convenções humanas e não especificam nada da “realidade” que esteja fora do &lt;i style=""&gt;insight&lt;/i&gt; humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;Fonte: SERWAY, JEWETT – &lt;i style=""&gt;Physics for Scientists and Engineers&lt;/i&gt;, 6th Edition, p.4–6.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4938204960525014305?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4938204960525014305/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4938204960525014305' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4938204960525014305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4938204960525014305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/medidas-de-espao-e-tempo.html' title='Medidas de Espaço e Tempo'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-857638621283794474</id><published>2007-05-03T23:27:00.000Z</published><updated>2007-05-03T23:30:55.774Z</updated><title type='text'>Encontrar o nosso lugar!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ghiraldelli.pro.br/escola_de_atenas_fran.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.ghiraldelli.pro.br/escola_de_atenas_fran.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O EXCELENTE TEXTO anterior de Edgar recordou-me uma célebre passagem de Wilhelm Dilthey que escreveu em 1900 ter tido um sonho em que viu o quadro de Rafael A ESCOLA DE ATENAS. E que depois as figuras começaram a movimentar-se e apareceram novos filosofos ao lado dos antigos e que a fita do tempo começoua mover-se primeiro devagar e depois depressa e vieram Cicero Seneca Agostinho Tomas Escoto, Erasmo, Descartes, Berkeley,  Kant, Hegel e Comte e outros até chegar ao presente onde ele viai e então a visão esfumou-se. Ou seja temos que encontrar o nosso lugar na historia do pensamento humano; não estamos sozinhos porque outros poensaram antes de nós; mas ninguém pode pensar em vez de nós n, na nossa vez; temos de encontrar o nosso lugar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-857638621283794474?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/857638621283794474/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=857638621283794474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/857638621283794474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/857638621283794474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/encontrar-o-nosso-lugar.html' title='Encontrar o nosso lugar!'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3782343345449570383</id><published>2007-05-02T09:07:00.000Z</published><updated>2007-05-02T09:10:37.890Z</updated><title type='text'>Protocolo da 9ª Sessão.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Participaram nesta sessão:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:12;" &gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;Professor Doutor Mendo Casto Henriques&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;José Salvador Tivane &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Fernando Manuel Marques Apolinário&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Francisco Manuel Narciso &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Rúben Dário &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Edgar Paulo Cadir &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Carlos Manuel Lopes Rodrigues &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;João Paulo&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A sessão iniciou-se com a leitura, debate e correcção do protocolo da sessão anterior. Terminada a correcção,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;retomamos o debate do «&lt;i&gt;Insight&lt;/i&gt;» de Bernard Lonergan.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Foi dito que o primeiro caso ilustrativo de um acto de intelecção que Lonergan aborda&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é um episódio da história das ciências. Este episódio&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é a história de Arquímedes, que saiu correndo nu dos banhos de Siracusa e lançou o seu críptico grito EureKa (descobri)! O rei havia recebido, ao que&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;parece, uma coroa votiva, feita por um ourives talentoso mas de duvidosa idoneidade. Desejava ele saber se a coroa era feita de ouro puro ou se havia sido acrescentado outro metal de baixa qualidade. Apresentaram o problema a Arquímedes que encontrou a solução quando estava a tomar banho: a solução seria&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;pesar a coroa dentro da agua! Nesta ordem encontravam se implícitos os princípios do deslocamento da água e do peso especifico. Para Lonergan, neste caso, não interessam os princípios hidrostáticos mas sim o acto da intelecção. Arquímedes teve a sua intelecção ao pensar na coroa; nós obteremos as nossas intelecções ao pensar em Arquímedes. O que importa reter é que a intelecção(1) chega como uma libertação da tensão do questionamento, (2) acontece súbita e inesperadamente, (3)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;não ocorre em função de circunstancias externas mas sim de condições internas (4) gira&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;à volta do concreto e do abstracto, e (5)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;passa a formar parte do talento habitual da nossa mente. Deste modo Lonergan descreve a intelecção enquanto actividade. Para Lonergan o impulso mais espontâneo da tendência humana é a descoberta. A intelecção é sempre uma descoberta, e é também experiência. Ele sublinha ainda importância da&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;atenção do ser humano para fazer descobertas.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;Lonergan divide as descobertas em grandes e pequenas. Divide-as também em descobertas da ordem do senso comum, cientificas, filosóficas, e de natureza divina (bem e o mal), estas últimas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;descobrem-se através da fé&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent"&gt;O contexto superior seria constituído (1) pelas estruturas invariantes do experimentar, nível da estrutura&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;empírica; pesquisar, nível da estrutura da inteligência;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;reflectir, nível da estrutura racional ou a compreensão da compreensão; (2) pelas estruturas consequentes&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;isomorfas&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;tudo o que existe para ser conhecido no universo do ser proporcionado. O ser, a realidade, tem estruturas isomorfas à consciência. Assim, o ser humano, através da intelecção compreende tudo o que há para ser conhecido.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A filosofia é uma meditação, uma transformação do espírito humano que é participante da realidade. O resultado da pesquisa filosófica é a filosofia da consciência, que é descoberta. O ser proporcionado significa, o ser que é&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;proporcionado à razão humana, contudo o uso racional da nossa mente não proporciona a totalidade do ser; (3) pela estrutura invariante mais ampla&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que acrescenta&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a escolha e acção&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;razoáveis ao conhecimento inteligível e razoável. Esta já não é uma filosofia de conhecimento ou pensamento mas sim uma filosofia da acção (ética); (4) pela estrutura mais profunda do cognoscente e conhecido, a ser alcançado pelo reconhecimento do significado pleno do desejo independente, desinteressado, e irrestrito de conhecer ou seja,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;a estrutura mais profunda do ser cognoscido que o une&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;é o desejo de conhecer. E é um desejo de conhecer que não é movido pela curiosidade, não está ao serviço de uma ideologia nem existe para alimentar o «ego» e está relacionado com a liberdade humana para investigar, conhecer e conhecer sempre mais; (5)pela estrutura do processo em que a situação existencial coloca à inteligência humana o problema de se erguer acima dos seus recursos nativos e procurar a solução divina para incapacidade de desenvolvimento sustentado. O ser humano é humano, e é, ao mesmo tempo,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;convidado a ser mais do que humano, a transcender-se.&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;  &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;Lonergan escreve o &lt;i&gt;Insight &lt;/i&gt;como um filosofo em diálogo com a Teologia. E é movido pelo desejo de conhecer através da compreensão da compreensão.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3782343345449570383?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3782343345449570383/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3782343345449570383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3782343345449570383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3782343345449570383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/protocolo-da-9-sesso.html' title='Protocolo da 9ª Sessão.'/><author><name>José Salvador Tivane</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04098155116922738493</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7907321923099910253</id><published>2007-05-02T00:07:00.000Z</published><updated>2007-05-02T00:12:40.004Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filosofia geral'/><title type='text'>Motivos da aceitação de Lonergan , por Artur Morão</title><content type='html'>Artur Morão&lt;br /&gt; Motivos da aceitação de LOnergan &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias são, e de diferente peso, as razões para aquiescer ao convite lonerganiano à auto-apropriação pessoal na agitação pulsante do conhecer. Eis algumas:&lt;br /&gt;A actividade cognitiva não surge aí truncada ou diminuída como em tantos outros projectos filosóficos que, na apreciação da nossa natureza intelectual, ou insolente-mente a exaltaram até ao descrédito ou, por demissão metafísica, por turvamento ou "escotose" (I, 191 s.), a desapossaram da sua força original e das suas potencialidades reais. &lt;br /&gt;A abordagem que B. Lonergan faz ao conhecer humano não se deixa guiar por um reducionismo maníaco, como é de norma nos empirismos do século XX ou no traslado filosofante que numerosos cientistas fazem do seu agir inquiridor; não apresenta um hiato epistémico entre o teórico e o prático-moral, ou entre o elemento teórico das ci-ências e a paisagem intelectiva da metafísica, porque sabe que, não obstante a superfí-cie contrastada de cada qual, há também entre elas cumplicidades subterrâneas que marulham aquém do mapa conceptual da consciência discursiva e por trás das enun-ciações expressas à luz do figurino administrativo do saber ou das convenções históricas acerca do ideal científico, sempre mutável, irremissivelmente convencional e dogmático, além de afogado em pressupostos de toda a ordem. O filósofo e teólogo canadiano não esperou pela transformação da epistemologia ou da filosofia da ciência, no último meio século (por acção de K. R. Popper e de muitos outros), para delinear uma notabilíssima visão gnoseológica que, sem ser fim em si mesma, e mostrando grande apreço pelo conhecimento científico, tenta fazer justiça a todos os nossos dizeres quanto ao seu valor cognitivo e em função das suas respectivas metas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7907321923099910253?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7907321923099910253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7907321923099910253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7907321923099910253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7907321923099910253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/05/motivos-da-aceitao-de-lonergan-por.html' title='Motivos da aceitação de Lonergan , por Artur Morão'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6150726588590500170</id><published>2007-04-30T09:08:00.000Z</published><updated>2007-04-30T09:17:17.016Z</updated><title type='text'>Terceira Versão Do Espaço e Tempo</title><content type='html'>The show must go on!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceira vesão do meu trabalho. O problema é que me excedi no número de páginas e passei largamente as 20 páginas! Agora vou ter que cortar um bocado do que escrevi. Vou tentar incorporar a parte que fiz que resume a posição de Lonergan no resto do trabalho (alguma parte já lá está). Acrescentei também uma parte relativa à abordagem da física moderna que aborda também a questão das viagens no tempo. Embora creio que ninguém vai ler (porque ninguém leu as versões anteriores, ou se leu não comentou) aqui fica o link para o trabalho&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mega.ist.utl.pt/%7Epaalve/Terceiraver.doc"&gt;&lt;br /&gt;http://mega.ist.utl.pt/~paalve/Terceiraver.doc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora, alguém que venha cá pôr umas florzinhas na campa do nosso Blog, que isto de ter 2 posts durante o mês de Abril não me parece que seja bem o cumprimento do objectivo para o qual ele foi criado, mas isto é só a minha opinião.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6150726588590500170?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6150726588590500170/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6150726588590500170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6150726588590500170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6150726588590500170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/04/terceira-verso-do-espao-e-tempo.html' title='Terceira Versão Do Espaço e Tempo'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7548531102618481388</id><published>2007-04-20T11:57:00.000Z</published><updated>2007-04-20T12:00:30.448Z</updated><title type='text'>Cánones cientificos</title><content type='html'>Sobre o que são os cánones da ciência e a visão Lonerganiana, continuei a tradução do livro &lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;MEYNELL, Hugo A. – &lt;i&gt;An Introduction to the Philosophy of Bernard Lonergan&lt;/i&gt;. 2ª Edição, Londres: Macmillan Academic and Professional Ltd, 1991.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que seja útil, pelo menos para quem está a tratar de partes relaciondas com a ciencia. como é muito grande para pôr logo no Blog, fica aqui o link&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mega.ist.utl.pt/%7Epaalve/Canones.doc"&gt;http://mega.ist.utl.pt/~paalve/Canones.doc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7548531102618481388?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7548531102618481388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7548531102618481388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7548531102618481388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7548531102618481388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/04/cnones-cientificos.html' title='Cánones cientificos'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6778551809623000900</id><published>2007-03-28T11:40:00.000Z</published><updated>2007-05-02T11:09:05.242Z</updated><title type='text'>Links para a página da cadeira</title><content type='html'>Aqui ficam os links para o material que está na página da cadeira. É só clicar em cima do capitulo respectivo. Para o utilizarem terão que fazer login com o vosso numero de aluno e respectiva password.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-size:100%;" &gt;&lt;a style="font-family: georgia;" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165216s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165216s"&gt;Prefácio&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165314s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165314s"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165314s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165314s" style="font-family: georgia; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Introdução&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: georgia; color: rgb(102, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165419s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165419s"&gt;Intelecção 2. Estruturas do método empírico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades.asp?pagina=SOPHIAConteudosDownload&amp;bd=sitdis_11c551120064"&gt;Intelecção 5 - Espaço e Tempo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 255);font-size:100%;" &gt;&lt;a style="font-family: georgia;" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165558s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165558s"&gt;Intelecção - 6 O Senso Comum e o seu Sujeito&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:georgia;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182858s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182858s"&gt;Intelecção 7 - Senso comum enquanto objecto&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165459s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165459s"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Intelecção  - 11. A Auto-afirmação do Sujeito Epistemológico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182822s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182822s"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Intelecção 12 - A noção de Ser&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182652s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182652s"&gt;Intelecção 14 - &lt;/a&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182652s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182652s"&gt;O método da metafísica &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182738s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182738s"&gt;Intelecção 15 - Elementos da Metafísica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182801s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182801s"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Intelecção 16 - &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182801s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182801s"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;A Metafísica como Ciência&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades.asp?pagina=SOPHIAConteudosDownload&amp;bd=sitdis_11c551120064&amp;amp;il_sLang=pt#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327165658s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327165658s"&gt;Intelecção 17 - &lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span&gt;A Metafísica como Dialéctica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182614s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182614s"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Intelecção 19 - &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:georgia;" &gt;Conhecimento  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Transcendente Geral&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327171033s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327171033s"&gt;Intelecção 20 - &lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a style="color: rgb(102, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327171033s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327171033s"&gt;&lt;span style="font-family:Garamond;"&gt;Conhecimento Transcendente Específico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style=";font-family:georgia;font-size:100%;"  &gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://secgipsi.ucp.pt/twt4/motor/novidades_link.asp?bd=sitdis_11c551120064&amp;paginaNews=20070327182916s&amp;amp;endereco=%2E%2Fnovidades%2Easp%3Fpagina%3DSOPHIAConteudosDownload%26bd%3Dsitdis%5F11c551120064%26id%3D20070327182916s"&gt;Epílogo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Creio que estão todos os que por agora estão disponiveis na página&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[edit: acrescentei também o espaço e o tempo que não estavam no post original. este tem que ser descarregado manualmente]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6778551809623000900?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6778551809623000900/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6778551809623000900' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6778551809623000900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6778551809623000900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/links-para-pgina-da-cadeira.html' title='Links para a página da cadeira'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1375029436020916523</id><published>2007-03-27T20:50:00.000Z</published><updated>2007-04-17T21:32:07.725Z</updated><title type='text'>Protocolo da Sexta Sessão</title><content type='html'>UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         Faculdade de Teologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seminário filosofia da Filosofia da Consciência, segundo Bernard Lonergan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protocolo da 6ª Sessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participaram nesta Sessão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Mendo Castro Henriques&lt;br /&gt;António Fernandes Teixeira Cardoso&lt;br /&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;br /&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;br /&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;br /&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;br /&gt;Ruben Dário&lt;br /&gt;José Salvador Tivan&lt;br /&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;br /&gt;Carlos Manuel Lopes Rodrigues&lt;br /&gt;Martiniano Paulo Moutinho Rato&lt;br /&gt;João Paulo&lt;br /&gt;André&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A sessão iniciou-se com a leitura, debate e correcção do protocolo da sessão anterior.&lt;br /&gt;Já está aberto o site da disciplina, na rede da universidade sendo os apontamentos para download, em que o professor enviou para todos, mas ainda não tendo conteúdos. É importante consultar o site e o blog da disciplina e contribuir.&lt;br /&gt;      Bernard Lonergan é um Homem certificado, sendo professor, teólogo da universidade gregoriana em Roma.&lt;br /&gt;Tendo um pensamento muito diversificado, comparando-se com S. Tomás de Aquino, foi  provavelmente o melhor filósofo do século XX,  estando muitas pessoas interessadas na sua filosofia da consciência.&lt;br /&gt;      Os capítulos 12-17 da obra Intelecção, falam sobre a Metafísica, dando-lhes interpretação contemporanea do século XX, porque antes tinha entendimento determinista, noção de rigidez.&lt;br /&gt;No capítulo 15 encontramos os objectivos da Metafísica. Bernard Lonergan pega nas categorias dos conceitos fundamentais, tais como: o Ser, a Potência, o Acto e a Forma.&lt;br /&gt;Avançou-se desde esses autores.&lt;br /&gt;Os três níveis da actividade cognitiva - experiência, compreenção e juizo -  geram um conhecimento, pois a experiência não é, por si só, conhecimento humano; a experiência e a compreensão não são suficientes para conhecer e só surge o conhecimento propriamente dito quando através de um juizo se atinge o ser incondicionado. De igual modo, os conteúdos dos três níveis da actividade cognitiva constituem uma unidade, fundem-se num único conhecimento. Logo, dado que são conhecidos pela experiência, pela compreensão e pelo juízo, a potência, a forma e o acto não são três seres proporcionados, mas sim componentes num único ser proporcionado. Constituindo uma unidade, também partilham uma definição ou especificação comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Participantes na sessão e respectivos trabalhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;table style="border: medium none ; border-collapse: collapse;" border="1" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="border-style: solid solid solid none; border-color: windowtext windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: 1pt 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; background: rgb(153, 153, 153) none repeat scroll 0% 50%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;a title="" href="http://by129fd.bay129.hotmail.msn.com/cgi-bin/dasp/BR/rte___10000003.asp#_ftn1" name="1120162f43e7b047__ftnref1" target="_blank" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;António Cardoso\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Disfuncionalidade \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 7\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Júlio Pereira\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;O conceito de desenvolvimento na realidade\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;António Cardoso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Disfuncionalidade &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 7&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Júlio Pereira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O conceito de desenvolvimento na realidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt; \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;------------------------------\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Fernando Apolinário \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Comparação entre os tipos de ciência \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 3 e 4\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Bruno Domingos\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; André&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Sistemática&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Bruno Domingos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;O que é a própria intelecção \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 2\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Francisco Narciso\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Potência, forma e átomo \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 15 e 16\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O que é a própria intelecção &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Francisco Narciso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Potência, Forma e Acto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 15 e 16&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Paulo Alves \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Espaço e tempo\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 5\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Ruben Dário \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Senso comum\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;------------------------------\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Paulo Alves &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Espaço e tempo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 5&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ruben Dário &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Senso comum&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;José Tivane\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Mal \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 18 e 19\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Edgar Cadir \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Ética \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;José Tivane&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mal &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 18 e 19&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Edgar Cadir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Ética &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;" valign="top" width="192"&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 18\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Carlos Rodrigues \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Mito e mistério \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 17\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\n\u003ctr\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:windowtext 1pt solid;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;João Paulo \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.05pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;",1] );  //--&gt;&lt;/script&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 18&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td  style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:transparent;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Carlos Rodrigues &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Mito e mistério &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td  style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:transparent;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 17&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td  style="border-style: none solid solid; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext; border-width: medium 1pt 1pt; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;color:transparent;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;João Paulo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.05pt;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;script&gt;&lt;!-- D(["mb","A nuçao e a crença \u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\n\u003ctd style\u003d\"border-right:windowtext 1pt solid;padding-right:5.4pt;border-top:#ece9d8;padding-left:5.4pt;padding-bottom:0cm;border-left:#ece9d8;width:144.1pt;padding-top:0cm;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent\" valign\u003d\"top\" width\u003d\"192\"\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:13pt\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;Cap. 20\u003c/font\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/td\&gt;\u003c/tr\&gt;\u003c/tbody\&gt;\u003c/table\&gt;\n\u003cdiv\&gt;\u003cbr clear\u003d\"all\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt;\n\u003chr align\u003d\"left\" width\u003d\"33%\" size\u003d\"1\"\&gt;\n\u003c/font\&gt;\n\u003cdiv\&gt;\n\u003cp style\u003d\"margin:0cm 0cm 0pt\"\&gt;\u003ca title\u003d\"\" href\u003d\"http://by129fd.bay129.hotmail.msn.com/cgi-bin/dasp/BR/rte___10000003.asp#_ftnref1\" name\u003d\"1120162f43e7b047__ftn1\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;\u003cspan\&gt;\u003cspan\&gt;\u003cspan\&gt;\u003cspan style\u003d\"font-size:10pt\"\&gt;[1]\u003c/span\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/a\&gt;\u003cspan\&gt;\u003cfont size\u003d\"2\"\&gt;\u003cfont face\u003d\"Times New Roman\"\&gt; \u003cspan lang\u003d\"EN-GB\" style\u003d\"color:black\"\&gt;MEYNELL, Hugo A. – \u003ci\&gt;An Introduction to the Philosophy of Bernard Lonergan\u003c/i\&gt;. 2ª Edição, Londres: Macmillan Academic and Professional Ltd, 1991\u003c/span\&gt;\u003c/font\&gt;\u003c/font\&gt;\u003cspan lang\u003d\"EN-GB\"\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/span\&gt;\u003c/p\&gt;\u003c/div\&gt;\u003c/div\&gt;\u003c/div\&gt;\u003c/div\&gt;\u003cbr clear\u003d\"all\"\&gt;\u003chr\&gt;Mensagens em garrafa? Seja audaz, use o Messenger! \u003ca href\u003d\"http://g.msn.com/8HMBBRPT/2752??PS\u003d47575\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\&gt;Clique aqui!\u003c/a\&gt; \n\n",0] );  //--&gt;&lt;/script&gt;A noção e a crença &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td  style="border-style: none solid solid none; border-color: rgb(236, 233, 216) windowtext windowtext rgb(236, 233, 216); border-width: medium 1pt 1pt medium; padding: 0cm 5.4pt; width: 144.1pt;color:transparent;" valign="top" width="192"&gt; &lt;p style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size:13;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cap. 20&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;                     &lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;                                                              Lisboa, 28 de Março de 2007&lt;br /&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1375029436020916523?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1375029436020916523/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1375029436020916523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1375029436020916523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1375029436020916523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/protocolo-da-sexta-sesso.html' title='Protocolo da Sexta Sessão'/><author><name>Quintino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07976399001903224787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2415115952457994179</id><published>2007-03-26T09:20:00.000Z</published><updated>2007-03-26T09:22:51.170Z</updated><title type='text'>O que é o insight?</title><content type='html'>Espero que o seguinte texto nos ajude a compreender um pouco melhor o sitsema filosófico de Lonergan:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;Tradução do livro &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;MEYNELL, Hugo A. – &lt;i&gt;An Introduction to the Philosophy of Bernard Lonergan&lt;/i&gt;. 2ª Edição, Londres: Macmillan Academic and Professional Ltd, 1991, p.2-3.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O termo &lt;i&gt;insight&lt;/i&gt; dá-nos uma pista em relação à teoria fundamental do conhecimento e da ciência que está na base da filosofia de Lonergan. O físico, o químico, o historiador e o sociólogo são confrontados à primeira vista com diversos bocados de informação; um &lt;i&gt;insight&lt;/i&gt; é o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;acto mental pelo qual estes diversos bocados são apreendidos como coerentes num todo ordenado e inteligível. [...]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Insight&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt; é uma ocorrência familiar a todos, apesar de possuir algumas manifestações e implicações recônditas e obscuras. Existem &lt;i&gt;insights&lt;/i&gt; quando subitamente ocorre ao astrónomo que as anomalias detectadas na órbita de um planeta observado se devem à presença de outro planeta que ainda não tinha sido descoberto; ao físico teórico quando as riscas na chapa fotográfica à sua frente são passíveis de ser tidas em conta para o postulado de um novo tipo de partícula fundamental; quando o homem do senso comum se apercebe de um olhar estranho por parte do seu vizinho e olha para as inesperadas ocorrências de má sorte no seu negócio como sendo causadas pela tentativa deste o enganar. O processo pelo qual chegamos a conhecer a verdade sobre o mundo consiste numa repetição uma e outra vez de três passo: experiência entendimento e julgamento. A experiência apenas nos dá bocados descoordenados de dados; o entendimento capta por &lt;i&gt;insight&lt;/i&gt; a unidade inteligível presente nesses bocados, elaborando uma teoria que sirva para eles; no julgamento, por meio do qual a realidade é conhecida, afirmamos que a teoria é verdadeira e que o estado de relações postulado corresponde ao caso ocorrido, verificando ou não o julgamento, tipicamente recorrendo a um novo apelo aos dados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Numa famosa passagem, Eddington perguntou qual era a verdadeira mesa, se o artigo sólido, pesado e colorido do senso comum e da experiência elementar, ou se era o espaço quase vazio habitado por um enxame de partículas incolores, como alega o físico. De acordo com Lonergan, cada maneira de falar, a do senso comum e a cientifica, tem o seu tipo de validade e propriedade, uma vez que o senso comum procura a relação das coisas para os nossos sentidos e a ciência as relações inteligíveis entre elas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradução foi realizada por mim, portanto é capaz de não estar 100% correcta. Espero que seja uma ajuda&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2415115952457994179?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2415115952457994179/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2415115952457994179' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2415115952457994179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2415115952457994179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/o-que-o-insight.html' title='O que é o insight?'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4641782900019770477</id><published>2007-03-26T09:19:00.000Z</published><updated>2007-03-26T09:20:40.378Z</updated><title type='text'>Protocolo da 3ª sessão</title><content type='html'>Participaram além do professor Mendo Castro Henriques os seguintes alunos:&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Levou a cabo o Protocolo referente à 3ª sessão, iniciou-se com a leitura e respectivas observações.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Passou-se à leitura de uma parte do Epílogo, parte terminal da obra intelecção. Bernard Lonergan: Se escrevi como humanista, como alguém dominado pelo desejo não só de conhecer mas também, através da compreensão da compreensão, de alcançar uma captação dos principais delineamentos de tudo o que há para ser compreendido, contudo, a própria escala do empreendimento obrigou-me a encerrar o livro com uma questão ao mesmo tempo demasiado básica e demasiado detalhada apara admitir uma resposta breve. A auto apropriação da nossa própria auto-consciência intelectual e racional começa como teoria cognitiva, expande-se para uma metafísica e uma ética e avança para uma concepção e uma afirmação de Deus para ser finalmente confrontada com o problema do mal que exige a transformação da inteligência auto-confiante no intellectus quarens fidem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A compreensão da compreensão exige uma interpretação, de facto o homem deseja naturalmente conhecer, como Aristóteles já escreveu na obra da Metafísica. Nas primeiras linhas convém ter presente que começa com uma expressão d o desejo humano de conhecer. O ser é o que há para ser compreendido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A obra é escrita segundo uma perspectiva móvel. Ao longo da obra vamos mudando de perspectiva que estuda a teoria cognitiva, passamos a uma metafísica que estuda o ser como tudo o que há para ser conhecido. Evolui depois para uma ética que apresenta a teoria dos bens e culmina numa teologia filosófica que estuda a natureza de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;A auto-consciência não é só consciência mas sim consciência de si ou de si próprio, ou consciência do sujeito. Os seres humanos não são apenas objectos do conhecimento mas são também sujeito do conhecimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Referiu-se também que todas as religiões em que está o pelo a uma explicação do universo à qual a razão é inacessível à inteligência isolada e pede ajuda à iluminação Divina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No final da sessão forma apresentados os seguintes livros:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="FR"&gt;Bernard Lonergan. Pour une méthodologie Philosophique, Editions Bellarmin, tradutor Pierrot Lambert, 1991.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="FR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Pasquale Giustiniani. Bernard Lonergan, Edições Loyola / São Paulo, Brasil, tradução Silvana Lobucci Leite, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;Perdão por só o colocar agora, mas tenha andado atacado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4641782900019770477?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4641782900019770477/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4641782900019770477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4641782900019770477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4641782900019770477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/protocolo-da-3-sesso_26.html' title='Protocolo da 3ª sessão'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1713226763305779268</id><published>2007-03-26T09:15:00.000Z</published><updated>2007-03-26T09:23:18.875Z</updated><title type='text'>Segunda Versão</title><content type='html'>A continuação do trabalho que tenho vindo a realizar já esta disponível em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mega.ist.utl.pt/%7Epaalve/Segundaver.doc"&gt;http://mega.ist.utl.pt/~paalve/Segundaver.doc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em principio a parte da mecanica clássica já está acabada, acrescentei também o esquema de trabalho, mais citações e o índice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixem os vossos comentários/ajudas/sugestões, e digam-me por favor se estão a perceber alguma coisa do que estou a tentar dizer, posi tenho receio de estar a ser demasiado físico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1713226763305779268?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1713226763305779268/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1713226763305779268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1713226763305779268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1713226763305779268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/continuao-do-trabalho-que-tenho-vindo.html' title='Segunda Versão'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8649025639710455202</id><published>2007-03-20T18:08:00.002Z</published><updated>2007-03-20T18:10:43.926Z</updated><title type='text'>2.3 A visão do mundo como probabilidade emergente</title><content type='html'>&lt;span lang="PT"  style="font-size:13;"&gt;1. Que tipo de universo resulta da validade concomitante da ciência clássica e estatística? Uma das maneiras mais interessantes seria a enciclopédica, ou seja a descrição exaustiva das particularidades. Mas não só não há espaço e tempo para especificar todas a fazer como talvez nem seja a mais interessante. A outra é genérica e assenta em seguir o dinamismo da inteligência humana. desde a ciência antiga à clássica e à contemporânea. A ciência de tipo de Aristóteles originou uma experiência de hierarquia cósmica. A ciência clássica da época de Galileu a Newton desenvolveu o determinismo mecanicista a que o idealismo filosófico era uma resposta.. A complementariedade dos métodos científicos clássicos e estatísticos também torna pensável uma ordem imanente do cosmos.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:13;"&gt;2. Qual o tipo de universo em que as leis estatísticas e clássicas têm aplicação. Autores como Prygogine dão exemplos. Consideremos o que se passa com situações tais como os movimentos planetários, os ciclos da água ou do nitrogénio, os ritmos da vida animal e vegetal e mesmo os ciclos da vida económica. Em todos este processos surgem fases em que uma mudança será contrariada por uma mudança oposta de modo a restabelecer a situação inicial. Uma infecção numa parte do corpo estimula o doente a reagir num processo que restabelece a saúde. A inflação desencadeia o desemprego que faz diminuir os consumos e assim reduz a inflação. Estímulo resposta e feed-back na psicologia. Um cosmos assim é melhor descrito pela imagem de uma casa comum em que habitam todos os seres com exigências próprias que têm de ser compatibilizadas. Estamos longe da velha ideia aristotélica da ordem estática e longe da noção determinista de Galileu, Newton, Voltaire Laplace, Chomsky do relógio bem regulado, com ou sem relojoeiro. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8649025639710455202?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8649025639710455202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8649025639710455202' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8649025639710455202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8649025639710455202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/23-viso-do-mundo-como-probabilidade_20.html' title='2.3 A visão do mundo como probabilidade emergente'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6569720860559141421</id><published>2007-03-20T18:08:00.001Z</published><updated>2007-03-20T18:10:11.183Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Probabilidade'/><title type='text'>2.3 A visão do mundo como probabilidade emergente</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:13;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#23"&gt;2.3 A visão do mundo como probabilidade emergente&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:13;"&gt;1. Que tipo de universo resulta da validade concomitante da ciência clássica e estatística? Uma das maneiras mais interessantes seria a enciclopédica, ou seja a descrição exaustiva das particularidades. Mas não só não há espaço e tempo para especificar todas a fazer como talvez nem seja a mais interessante. A outra é genérica e assenta em seguir o dinamismo da inteligência humana. desde a ciência antiga à clássica e à contemporânea. A ciência de tipo de Aristóteles originou uma experiência de hierarquia cósmica. A ciência clássica da época de Galileu a Newton desenvolveu o determinismo mecanicista a que o idealismo filosófico era uma resposta.. A complementariedade dos métodos científicos clássicos e estatísticos também torna pensável uma ordem imanente do cosmos.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:13;"&gt;2. Qual o tipo de universo em que as leis estatísticas e clássicas têm aplicação. Autores como Prygogine dão exemplos. Consideremos o que se passa com situações tais como os movimentos planetários, os ciclos da água ou do nitrogénio, os ritmos da vida animal e vegetal e mesmo os ciclos da vida económica. Em todos este processos surgem fases em que uma mudança será contrariada por uma mudança oposta de modo a restabelecer a situação inicial. Uma infecção numa parte do corpo estimula o doente a reagir num processo que restabelece a saúde. A inflação desencadeia o desemprego que faz diminuir os consumos e assim reduz a inflação. Estímulo resposta e feed-back na psicologia. Um cosmos assim é melhor descrito pela imagem de uma casa comum em que habitam todos os seres com exigências próprias que têm de ser compatibilizadas. Estamos longe da velha ideia aristotélica da ordem estática e longe da noção determinista de Galileu, Newton, Voltaire Laplace, Chomsky do relógio bem regulado, com ou sem relojoeiro. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6569720860559141421?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6569720860559141421/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6569720860559141421' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6569720860559141421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6569720860559141421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/23-viso-do-mundo-como-probabilidade.html' title='2.3 A visão do mundo como probabilidade emergente'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1215122418496835111</id><published>2007-03-20T18:08:00.000Z</published><updated>2007-03-20T18:09:35.443Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#23"&gt;2.3 A visão do mundo como probabilidade emergente&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;1. Que tipo de universo resulta da validade concomitante da ciência clássica e estatística? Uma das maneiras mais interessantes seria a enciclopédica, ou seja a descrição exaustiva das particularidades. Mas não só não há espaço e tempo para especificar todas a fazer como talvez nem seja a mais interessante. A outra é genérica e assenta em seguir o dinamismo da inteligência humana. desde a ciência antiga à clássica e à contemporânea. A ciência de tipo de Aristóteles originou uma experiência de hierarquia cósmica. A ciência clássica da época de Galileu a Newton desenvolveu o determinismo mecanicista a que o idealismo filosófico era uma resposta.. A complementariedade dos métodos científicos clássicos e estatísticos também torna pensável uma ordem imanente do cosmos.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;2. Qual o tipo de universo em que as leis estatísticas e clássicas têm aplicação. Autores como Prygogine dão exemplos. Consideremos o que se passa com situações tais como os movimentos planetários, os ciclos da água ou do nitrogénio, os ritmos da vida animal e vegetal e mesmo os ciclos da vida económica. Em todos este processos surgem fases em que uma mudança será contrariada por uma mudança oposta de modo a restabelecer a situação inicial. Uma infecção numa parte do corpo estimula o doente a reagir num processo que restabelece a saúde. A inflação desencadeia o desemprego que faz diminuir os consumos e assim reduz a inflação. Estímulo resposta e feed-back na psicologia. Um cosmos assim é melhor descrito pela imagem de uma casa comum em que habitam todos os seres com exigências próprias que têm de ser compatibilizadas. Estamos longe da velha ideia aristotélica da ordem estática e longe da noção determinista de Galileu, Newton, Voltaire Laplace, Chomsky do relógio bem regulado, com ou sem relojoeiro. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1215122418496835111?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1215122418496835111/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1215122418496835111' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1215122418496835111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1215122418496835111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/2.html' title=''/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8716640940542915009</id><published>2007-03-20T16:37:00.000Z</published><updated>2007-03-21T17:10:12.463Z</updated><title type='text'>Protocolo da quinta sessão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faculdade de Teologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Protocolo da 5ª Sessão.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Participaram nesta Sessão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Doutor Mendo Castro Henriques&lt;br /&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;br /&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;br /&gt;Fernando Manuel Marques Apolinário&lt;br /&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;br /&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;br /&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;br /&gt;Ruben Dário&lt;br /&gt;José Salvador Tivan&lt;br /&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;br /&gt;Carlos Manuel Lopes Rodriguez&lt;br /&gt;João Paulo&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;André                                                                                                                                                 Martiniano Pedro Moutinho Rato&lt;br /&gt;Quintino Manuel Trinchete&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise do Protocolo referente à 4ª Sessão iniciou-se com a respectiva leitura e observações.&lt;br /&gt;Foi solicitado uma participação activa de todos os membros no Blogspot.&lt;br /&gt;Foi também proposto que se ponha no Blogspot o índice do livro &lt;em&gt;Insight: a Study of Human Understanding.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Foram propostos diversos temas para o trabalho final.&lt;br /&gt;Foi referido que o conhecimento se divide em: cientifico desde a Matemática até às ciencias exatas e humanas, senso comum subjectivo e objectivo, filosófico do conhecimento e do ser e teológico.&lt;br /&gt;O senso-comum está em constante variação por aquilo que afirmamos, pelos debates quotidianos. Todo o conhecimento procura a intelecção e para a atingir realizam-se as operações de atenção à realidade, actos de compreensão da realidade, acto de responsabilidade, estando o conhecimento aberto à redenção que resulta do encontro de realidades transcendentes da própria razão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;a)&lt;/strong&gt; Nos temas temos aspectos específicos como a Psicanálise (capítulos 7 e 8). O nosso discurso e conversa estão bloqueados por conceitos, manias, deformações, podendo atingir a paranóia. Para se estudar o conhecimento tem de se estudar necessariamente o desconhecimento (tudo o que distorce o conhecimento).&lt;br /&gt;A nossa consciência pode sofrer de  cegeira para a realidade, e temos de ser iniciados na ordem religiosa e intelectual.                                                                                                                                 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;b)&lt;/strong&gt;Encontramos também o tema do Sujeito (capítulo 11).&lt;br /&gt;Na primeira parte da obra(1-10) temos o Conhecimento do Conhecimento que nos guiam para a segunda parte da obra nos capítulos (11 a 20), que nos dá  o Conhecimento do Ser.&lt;br /&gt;Ser é tudo o que há para ser conhecido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c)&lt;/strong&gt; Os capitulos (12-17) falam sobre a Metafísica. Encontramos na realidade estruturas que são análogas às do conhecimento. Na Metafísica temos as noções de potência, acto e forma que são importantes temas para desenvolvimento. &lt;br /&gt;O ser não se apresenta de forma imediata.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;d)&lt;/strong&gt; Teve de facto importância nos textos doutrinais ecuménicos que levaram PP Paulo VI a afirmar que «o novo nome da Paz é o Desenvolvimento».&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Questiona &lt;/span&gt;sobre o conceito de probabilidade emergente (conceito de desenvolvimento). &lt;span&gt; &lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Lonergan anuncia que o teólogo tem de entrar nesta ideia de desenvolvimento e deixar a ideia de essência, o desenvolvimento afasta a ideia errada de substância.&lt;br /&gt;Nas ciências existem: Matemática, Filosofia e Teologia. A Matemática é a linguagem universal das ciencias; a Filosofia é o cume das linguagens cientificas e a Teologia tem a linguagem da revelação que está para além das ciências.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e)&lt;/strong&gt; Outro tema para desenvolvimento: Teoria da Interpretação.&lt;br /&gt;Está implícito a noção de mito, mistério. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;                                                                                                &lt;strong&gt;f)&lt;/strong&gt; Ética.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;g)&lt;/strong&gt; Temos também capítulos de Natureza Teológica onde se encontra os temas: Mal, Deus e Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisboa, 21 de Março 2007&lt;br /&gt;Quintino Manuel Trinchete&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8716640940542915009?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8716640940542915009/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8716640940542915009' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8716640940542915009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8716640940542915009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/protocolo-da-quinta-sesso.html' title='Protocolo da quinta sessão'/><author><name>Quintino</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07976399001903224787</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-984596041449093913</id><published>2007-03-20T12:45:00.000Z</published><updated>2007-03-20T12:48:07.318Z</updated><title type='text'>Primeiros Rascunhos sobre espaço e tempo</title><content type='html'>O primeiro rascunho do meu trabalho sobre o espaço e o tempo, que aborda uma questão de mecânica clássica, conjuntamente com alguns aspectos referidos no livro Insight está disponivel em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mega.ist.utl.pt/%7Epaalve/exp.doc"&gt;http://mega.ist.utl.pt/~paalve/exp.doc&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiserem e puderem deêm uma vista de olhos e comentem. Se puderem ajudar de alguma forma agradeço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-984596041449093913?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/984596041449093913/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=984596041449093913' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/984596041449093913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/984596041449093913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/primeiros-rascunhos-sobre-espao-e-tempo.html' title='Primeiros Rascunhos sobre espaço e tempo'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6378661301483386023</id><published>2007-03-18T15:07:00.000Z</published><updated>2007-03-18T15:10:33.314Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intelecção na ciência'/><title type='text'>2. INTELECÇÃO na ciência</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;2. Intelecção na Ciência  &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#21"&gt;2.1 Métodos clássico e estatístico&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;    &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;6. Os cientistas atingem os resultados no final de uma aplicação de um método. O paradoxo dos métodos é que eles consistem em encontrar meios para obter um fim. Ora como ajustar os meios para fins que ainda se desconhecem? Como conhecer o que ainda não se conhece? A resposta é a estrutura heurística. A ciência vai à procura de correlações ainda não especificadas, funções ainda indeterminadas: a tarefa de especificar é obtida através de medidas, tabelando medidas, e exprimindo essas descobertas através de uma correlação geral ou função, que, desde que verificada, define um limite dentro do qual convergem as relações entre futuras medidas. Os dados convergem para uma perspectiva, as deduções são possíveis, e previsões também. Esta é a estrutura heurística clássica de Galileu, Newton, Einstein. Antecipa uma inteligibilidade adquirida por descoberta directa. Não é preciso entrar aqui em aspectos de corpúsculos, partículas elementares, causalidade, ondas, mecanismo , determinismo, etc. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;7. A ciência contemporânea atingiu um novo tipo de estrutura heurística a que se pode chamar estatística cada vez com maior importância em todos os domínios, da física à economia, da biologia à metereologia. Nestes casos, as deduções têm de ser restritas a curto prazo e as previsões devem limitar-se a indicar probabilidades. Um bom exemplo é as diferenças entre os movimentos dos planetas e as inconstâncias do tempo. Os astrónomos podem prever eclipses mas os meterologistas carecem de dados permanentes. Os astrónomos estão absolutamente certos sobre as datas dos eclipses passados ou futuros, mas os metereologistas carecem sempre de dados para nos dizer o que se vai passar amanhã, quanto mais dentro de uma semana, ou de um ano, ou um século. Analisa um processo não-sistemático para o qual não existe uma intuição única que o abrange. Uma consequência importante é de que, enquanto o processo sistemático é monótono, o não-sistemático origina novidades. O primeiro é reversível. Os deterministas afirmam, com razões melhores ou piores, que o universo é sistemático; uma vez que se conheça a sua situação num determinado tempo e as leis segundo a qual se desenvolve, pode-se demonstrar qualquer facto, passado, presente ou futuro. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6378661301483386023?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6378661301483386023/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6378661301483386023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6378661301483386023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6378661301483386023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/2-inteleco-na-cincia.html' title='2. INTELECÇÃO na ciência'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-4330368431567537247</id><published>2007-03-17T09:33:00.000Z</published><updated>2007-03-17T09:35:16.047Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Intelecção'/><title type='text'>Que é a intelecção?</title><content type='html'>&lt;h2&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#11"&gt;1.1.Intelecção (Insight)&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;span style="font-size: 13.5pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;" lang="PT"&gt;A intelecção sucede quando alguém compreende algo e responde a uma questão suscitada por uma experiência e se liberta da tensão da pesquisa. Não há regras para a intelecção. Pelo contrário: a intelecção é que origina as regras. Não se aprende em enciclopédias nem livros; os livros é que resultam do acto de descobrir. Ninguém descobre por ninguém. A ocorrência da descoberta é variada. Muitas pessoas estiveram adormecidas, outras estarão quase sempre, sociedades inteiras. A descoberta oscila entre o concreto e o abstracto. É conhecimento do mundo concreto dado pelos sentidos e pela imaginação e também encontra expressão adequada nas fórmulas abstractas das ciências. As descobertas posteriores poderão levar as limitações das anteriores, fazendo surgir uma perspectiva superior de consciência. A subtracção mostra a possibilidade de números negativos, a divisão de fracções, as raízes quadradas a possibilidade de números irracionais. A perspectiva superior de Einstein explica todos os resultados da observação e experiência explicados na perspectiva inferior de Newton, e também explica outros fenómenos tais como o aumento na massa dos objectos à medida que a velocidade a que se deslocam se aproxima da velocidade da luz.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-4330368431567537247?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/4330368431567537247/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=4330368431567537247' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4330368431567537247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/4330368431567537247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/que-inteleco.html' title='Que é a intelecção?'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5320556494150103667</id><published>2007-03-16T10:18:00.000Z</published><updated>2007-03-16T10:20:13.328Z</updated><title type='text'>Conciência</title><content type='html'>O André Marins deixou como sugestão o artigo da wikipédia sobre consciência. Aqui fica o link:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Consci%C3%AAncia"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Consci%C3%AAncia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5320556494150103667?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5320556494150103667/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5320556494150103667' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5320556494150103667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5320556494150103667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/concincia.html' title='Conciência'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6371176373802398527</id><published>2007-03-15T23:44:00.000Z</published><updated>2007-03-15T23:46:04.387Z</updated><title type='text'>Prefácio</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;Embora o estilo de Lonergan seja adequado ao seu método e conteúdo a sua obscuridade não tem a aura das escolas analíticas e existencialistas. Os cientistas vêem-se confrontados com informações e dados soltos, e têm de descobrir por um acto intelectual as coerências entre esses dados num todo inteligível. Desde Kant tem sido habitual atribuir à mente humana essa ordem inteligível e negar que ela exista na realidade antes da imposição de um quadro conceptual no processo de compreensão. Mas segundo Aquinas, Aristóteles e Lonergan, os fenómenos que experimentamos e a ordem inteligível em que estão inseridos, são aspectos do mundo objectivo e real, que existiriam mesmo sem seres conscientes.&lt;br /&gt;Os actos da consciência são familiares. A experiência dá-nos peças soltas de informação. O entendimento capta uma unidade e o juízo afirmado a validade da teoria, ou que ocorre o caso, e conhecemos a realidade. Cada modo de falar tem a sua validade. O senso comum trata das relações das coisas connosco. A ciência trata das relações inteligíveis das coisas entre si. Empirismo e materialismo supõem - mal - que apenas a experiência nos faz contactar com o mundo real. O conhecimento real do mundo seria apenas olhar, e não inquirir por questões com o entendimento e responder com juízos ou actos de razão.&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6371176373802398527?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6371176373802398527/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6371176373802398527' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6371176373802398527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6371176373802398527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/prefcio.html' title='Prefácio'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6474307521310071029</id><published>2007-03-15T09:28:00.000Z</published><updated>2007-03-15T09:30:02.873Z</updated><title type='text'>Resumo de Inteligência</title><content type='html'>&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 18pt; color: blue;" lang="PT"&gt;A partir de hoje serão colocados resumos de partes da obra Intelecção de BL segundo a ordem seguinte:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;1.Elementos de Insight 1.1.Intuição e Insight 1.2. Insight inverso e resíduos empíricos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;2. Insight na ciência 2.1. Métodos clássico e estatístico 2.2.Cânones de investigação científica 2.3. Visão do mundo como probabilidade emergente 2.4.Compreender o desenvolvimento&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;3. O método da metafísica 3.1 Juízo e facto 3.2 O Sujeito que se afirma 3.3 O mundo como tudo o que há para conhecer 3.4 Filosofia e filosofias 3.5 Elementos de metafísica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;4. O problema da interpretação 4.1. Mito e mistério 4.2. Objectividade da interpretação 4.3. Cânones de intelecção &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;5. Argumentação prática 5.1. Padrões da experiência 5.2. A fuga à descoberta: Saúde e doença mentais 5.3. A fuga ao perceber : progresso e declínio sociais 5.4. A natureza de Deus&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-left: 36pt;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;6. Deus e a filosofia 6.1.Argumento da existência de Deus 6.2. O problema prático da existência do mal 6.3. Compreensão em busca da fé 6.4. A fé e Humanismo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#0"&gt;Prefácio&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;1.Elementos de insight &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#11"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;1.1.Intuição e Insight&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#12"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;1.2. Insight inverso e resíduos empíricos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;2. Insight na ciência &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#21"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;2.1. Métodos clássico e estatístico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#22"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;2.2.Cânones de investigação científica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#23"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;2.3. Visão do mundo como probabilidade emergente &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#24"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;2.4.Compreender o desenvolvimento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;3. O método da metafísica &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#31"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;3.1 Juízo e facto &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#32"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;3.2 O Sujeito que se afirma &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#33"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;3.3 O mundo como tudo o que há para conhecer &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#34"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;3.4 Filosofia e filosofias &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#35"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;3.5 Elementos de metafísica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;4. O problema da interpretação  &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#41"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;4.1. Mito e mistério &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#42"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;4.2. Objectividade da interpretação &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#42"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;4.3. Cânones de intelecção&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;5. Argumentação prática &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#51"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;5.1. Padrões de experiência &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#52"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;5.2. A fuga ao Insight : Saúde e doença intelectuais&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#53"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;5.3. A fuga ao perceber : progresso e declínio sociais &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#54"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;5.4 O senso comum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;" lang="PT"&gt;6. Deus e a filosofia  &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#61"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;6.1. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#61"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;A natureza de Deus &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#62"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;6.2.Argumento sobre a existência de Deus &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#63"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;6.3. O problema prático da existência do mal &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#64"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;6.4. Compreensão em busca da fé &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_resumo%20insight.htm#65"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;6.5. A fé e Humanismo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6474307521310071029?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6474307521310071029/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6474307521310071029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6474307521310071029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6474307521310071029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/resumo-de-inteligncia.html' title='Resumo de Inteligência'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-5123499966719544438</id><published>2007-03-13T12:41:00.000Z</published><updated>2007-03-13T12:44:28.532Z</updated><title type='text'>Protocolo da Quarta Sessão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"&gt;Universidade Católica Portuguesa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"&gt;Faculdade de Teologia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Seminário de Filosofia da Consciencia, segundo Bernar LonerGan&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Protocolo da 4ª sessão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Participaram além do Professor Mendo de Castro Henriques os seguintes alunos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Júlio César de Magalhães Pereira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fernando Manuel Marques Apolinário&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quintino Manuel Trinchete&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Bruno José Martins Domingos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Francisco Manuel Narciso&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ruben Dário&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;José Salvador Tivan&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;-&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Carlos Manuel Lopes Rodrigues&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    A análise do protocolo referente à 3ª sessão iniciou-se com a leitura e respectivas observações.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;        Terminada a discussão e aprovação passou-se à leitura de uma parte do epílogo. Essa leitura aborda a compreensão da compreensão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;    A compreensão da compreensão é a teoria da interpretação, isto é, todo o homem deseja naturalmente conhecer. Já em Aristóteles se encontra esta máxima (Livro da Metafísica). Todavia o ser humano é alguém que manifesta desejos, mas não basta desejar, é necessário conhecer o conhecimento. Logo aqui se encontra a compreensão da compreensão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;O conhecimento do senso comum é algo que nos interessa, mas o conhecimento é factuado por muitos ensinamentos quer de origem pessoal, quer de origem social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Lonergan centra-se noutro nível e começa a conhecer o conhecimento do conhecimento e a compreensão da compreensão, no entanto chega ao campo do conhecimento no qual reside a vontade (não é o buscar do arké). Se nós usarmos bem os nossos métodos lá chegaremos: o ser é o que há para ser compreendido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A perspectiva moral: os primeiros capítulos não permitem adivinhar os seguintes. Ao longo da obra vamos mudando de perspectiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Começa como teoria cognitiva (relação entre conhecimento e realidade).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A auto-consciência não é só consciência mas consciência de si, de si próprio, consciência do sujeito. Nós somos sujeitos do conhecimento e não objecto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em todas as religiões está o apelo a uma explicação do universo a que a razão não chega; a inteligência não confia nas suas forças e pede ajuda à iluminação Divina. No termo da busca pela fé, em colaboração das mentes, isto é, na colaboração de muitos que tem Deus como guia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No final da aula o Prof. Dr. Mendo Castro Henriques recomendou os seguintes livros:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;LONERGAN Bernard “Pour une methodologie philosophe”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;GIUSTINIANI Pasquale “Bernard Lonergan”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; text-indent: 18pt;" align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;Lisboa, 7 de Março de 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-5123499966719544438?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/5123499966719544438/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=5123499966719544438' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5123499966719544438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/5123499966719544438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/protocolo-da-quarta-sesso.html' title='Protocolo da Quarta Sessão'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-9023090713604340465</id><published>2007-03-07T12:32:00.000Z</published><updated>2007-03-07T12:36:22.159Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);" &gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt;¿Cómo  entendemos la educación?. Volviendo a las OFI, por aquellos años, se dijo, se  escribió, que “por educación entendemos el proceso por el que la persona humana  física o moral se supera a si misma, se autotrasciende cada vez más. Hablamos de  un proceso. Este arranca de la mera percepción de los sentidos, de los  sentimientos o de la imaginación y lleva a la persona misma a preguntarse por su  significado, a descubrirlo y a afirmarlo, a confrontar la verdad de su  afirmación con un conjunto de valores ante los que discierne y decide hasta  culminar en una acción, con que libre y amorosamente se compromete consigo misma  y con otros. “Creo poder afirmar que en este texto en el ITESO por primera vez  en México se asume una postura ante la educación inspirada en una antropología  fundamental filosófica en aquellos tiempos en proceso de gestación. Son ideas  inspiradas en un autor, que para estas fechas a caminado largamente por los  jardines, los corredores y el campus de el ITESO: Bernard Lonergan. Esta forma  de entender la educación, esta manera de concebir al ser humano en un proceso  continuo de actualización de su capacidad de perfeccionamiento de un modo  intencionado y libre, nos debe guiar al ubicar el objeto de nuestra educación.  Pero al mismo tiempo necesitamos explícitar y entendernos sobre el significado  de la paz. En una primera aproximación, es lo contrario de la guerra. Las  definiciones sobre la guerra son múltiples. Hay quien las ha llamado “un modo  distinto de continuar la política”. Hay quien la concibe como un recurso  indispensable en la coexistencia entre grupos humanos distintos. Indudablemente  desde la explosión de las bombas atómicas en Hiroshima y Nagasaki el significado  de la guerra adquirió dimensiones inéditas. Fue ese descubrimiento de la  capacidad ilimitada de destruir lo que llevó a Pablo VI a pronunciar ante la  organización de las Naciones Unidas en 1965, durante la celebración del segundo  Concilio Ecuménico Vaticano, aquella expresión: “nunca más la guerra”. Y fue  también en el debate del Concilio, justo en el apogeo de la guerra de Vietnam,  en donde se debatió entre los 2,300 Obispos, la idea de declarar la guerra, toda  guerra, como intrinsecamente inmoral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt; Sin embargo esta aproximación al  significado de la paz como opuesta a la guerra es insuficiente. En los mismos  documentos del Concilio y como fruto de una reflexión secular, se entiende la  paz, no sólo como la ausencia de la guerra, sino como el fruto de la justicia.  Ya Juan XXIII, acuño aquella expresión:”el desarrollo es el nuevo nombre de la  paz”, fruto de la reflexión madura del concilio. Es un giro adicional en la  comprensión de la paz. Puesto que la justicia es el mínimo que se puede exigir  en la convivencia entre seres humanos, hay que pensar más allá. Y más allá de la  justicia esta el tipo de relación entre los seres humanos que calificamos como  afecto, como amor, como caridad. Este sería el significado pleno de termino  PAZ.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt;Luis Morfín López, S.J.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sobre a proveniencia deste artigo consultar:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 0); text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt;&lt;a href="http://orbita.starmedia.com/%7Ecorrales81/ITESO.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: georgia; font-weight: normal;"&gt;http://orbita.starmedia.com/~corrales81/ITESO.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-9023090713604340465?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/9023090713604340465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=9023090713604340465' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/9023090713604340465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/9023090713604340465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/cmo-entendemos-la-educacin.html' title=''/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-753905627786351795</id><published>2007-03-07T11:34:00.000Z</published><updated>2007-03-08T10:21:57.558Z</updated><title type='text'>A "Regra de Ouro" vista sobre a perspectiva de várias religiões</title><content type='html'>Bramanismo: Esta é a soma do dever: Não faças aos outros o que te causaria dor se te fosse feito. (Mahabharata 5:1517)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristianismo: Todas as coisas que queres que os homens te façam, faz o mesmo a eles. (Mateus 7, 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Islão: Nenhum de vocês é um crente enquanto não desejar para o seu irmão o que quer que deseje para ele.  (Sunnah)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Budismo: Não magoes os outros de maneiras que tu mesmo acharias dolorosas. (Undana Varga 5:18)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Judaísmo: O que quer que te seja detestável, não o faças ao teu próximo. Essa toda a Lei, o resto é comentário. (Talmud, Shabbat 31a)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confucionismo: Esta é certamente a máxima do amor e da bondade: Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. (Anaclets 15:23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taoísmo: Olha para o bem do teu vizinho como o teu bem, e a perda do teu irmão como a tua própria perda. (T'ai Shag Kan Ying P'ien)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zoroastrísmo: É boa essa natureza que se abstém de fazer a outro o que quer que não seja bom para ela mesma. (Dadistan-i-dinik 94:5)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui estão aquelas máximas que o professor referiu na aula. A tradução pode não ser 100% exacta, mas dá para ter uma ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já agora refiro que me parece que o cristianismo é a única que não apresenta esta máxima pela negativa....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-753905627786351795?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/753905627786351795/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=753905627786351795' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/753905627786351795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/753905627786351795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/mximas-de-vrias-religies.html' title='A &quot;Regra de Ouro&quot; vista sobre a perspectiva de várias religiões'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-372966016368682014</id><published>2007-03-06T22:09:00.000Z</published><updated>2007-03-06T22:14:12.117Z</updated><title type='text'>Participantes no Seminário</title><content type='html'>Júlio César de Magalhães Pereira&lt;br /&gt;André Luís Gomes Martins&lt;br /&gt;António Fernando Teixeira Cardoso&lt;br /&gt;MArtiniano Pedro Moutinho Rato&lt;br /&gt;Fernando Manuel MArques Apolinário&lt;br /&gt;Quintimo Martins Trinchete&lt;br /&gt;Bruno José MArtins Domingos&lt;br /&gt;João Paulo MAchado de Freitas&lt;br /&gt;Francisco MAnuel Narciso&lt;br /&gt;Paulo Alexandre Alves&lt;br /&gt;Ruben Dario&lt;br /&gt;José Salvador Tivane&lt;br /&gt;Edgar Paulo Cadir&lt;br /&gt;Mendo Castro Henriques&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-372966016368682014?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/372966016368682014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=372966016368682014' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/372966016368682014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/372966016368682014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/participantes-no-seminrio.html' title='Participantes no Seminário'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2493746151615797275</id><published>2007-03-06T10:09:00.000Z</published><updated>2007-03-07T12:42:34.451Z</updated><title type='text'>Protocolo da segunda sessão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;p class="MsoTitle" style="margin-left: 35.4pt; text-indent: -35.4pt; text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify; font-style: italic; font-weight: bold;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FACULDADE DE TEOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify; font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Seminário de Filosofia da Consciência&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Protocolo da 2ª Sessão&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;1. Foi lido e sujeito a alguma discussão o Protocolo relativo à sessão anterior, o que levou a algumas correcções e a uma melhor precisão do que deva ser o conteúdo de tal instrumento de trabalho. Nomeadamente o Prof. deixou sobre este assunto duas afirmações: o protocolo não tem que ser impessoal; tem que aprofundar e clarificar os temas que foram tratados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Sobre a ideia de desenvolvimento, concretizando o que já havia sido dito na 1ª sessão, foi referido ser ela ontológica, isto é, uma característica de toda a realidade. As considerações sobre o desenvolvimento da pessoa humana, das sociedades, etc… são fundamentais para o conhecimento da realidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Ainda neste primeiro momento da sessão, foram prestadas informações sobre o Blog criado especificamente para ser um eco do Seminário (HTP://filosofiaconsciente.blogspt.com) e foram fornecidas instruções de acesso ao mesmo. Foi solicitado por todos os participantes que respondessem ao convite do administrador do Blog, Paulo Alves, para fazerem a inscrição com uma conta G-mail (alves.trabalho@gmail.com).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoTitle" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;E a propósito desta matéria, a das comunicações, o Prof. falou sobre a invenção da Internet e das concretas circunstâncias em que foi inventada, informando também que foi Tim Berners-Lee, membro de uma pequena instituição religiosa cristã inglesa, um engenheiro então a trabalhar no Centro de Estudos Nucleares, na Suíça, quem desenvolveu as concepções que permitiram a invenção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Ficou dito que a próxima sessão teria por objecto o “Epílogo” da obra de Bernard Lonergan seleccionada como texto base do Seminário, do qual foram disponibilizadas fotocópias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;2. Entramos depois no tema a que o Prof. chamou Configurações da Consciência, desenvolvido a partir de um dos gráficos previamente distribuídos, que nos levou até ao final da sessão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;E, então, foi referido que a consciência se pode manifestar, e em regra se manifesta, em diversos níveis ou patamares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Desde logo, e como primeiro patamar, o biológico. É certo que em regra as nossas diferentes actividades biológicas se processam inconscientemente. Mas não tem que ser assim, e não é sempre assim. Podemos concentrar a nossa atenção consciente, nomeadamente, no nosso ritmo cardíaco, numa actividade física que estejamos a desenvolver, etc…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;De seguida, e num segundo patamar, a consciência manifesta-se esteticamente. O ser humano tem carências vitais, tal como os demais animais, alimentar-se, agasalhar-se, relacionar-se sexualmente, etc... que tem de suprir. Mas o Homem confere à satisfação das suas carências conteúdos e significados estéticos: prepara os seus alimentos, serve-os e consome-os buscando não só os melhores sabor e proveito, mas também uma apresentação e configuração estéticas, de pura forma; para se agasalhar não lhe basta vestir-se e calçar-se, sendo também necessário que o faça desta ou daquela maneira, mais agradáveis ao gosto, quantas vezes procurando a afirmação social pelo que veste e como se veste; etc…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Novo, ou simplesmente outro, o terceiro patamar, a manifestação ética ou moral da consciência. O Homem age segundo valores, estabelece preferências e prioridades no seu agir, tudo compatibilizando com as acções dos demais. É este, sem dúvida, um nível relevantíssimo da manifestação da consciência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Kierkegaard dedicou à consciência alguns dos seus estudos. Considerava a consciência numa tripla perspectiva: estética, moral e religiosa. Pensava que o homem, cada homem, querendo viver bem com o mundo age esteticamente; para viver bem consigo mesmo actua eticamente; para viver bem com Deus pratica a religião.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;E com esta referência a Kierkegaard fomos lançados para um quarto nível de manifestação da consciência: a consciência religiosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Ser religioso é eleger de todas as realidades aquela que é a mais importante e darmo-nos devocionalmente à realidade eleita. É a consciência a manifestar-se em direcção ao transcendente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Outro patamar ainda, o quinto, é a manifestação intelectual da consciência. Não há realidade sem consciência da realidade. O conhecimento ilumina a realidade; o conhecimento é luz que penetra as trevas. O conhecimento não transforma a realidade: revela-a. Conhecimento é linguagem, é sentido, é Logos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Consideramos, finalmente, um último patamar – o sexto – a manifestação dramática da consciência, o estabelecimento de relações com outras consciências. Dramático não significa terrível: aqui significa acção. Se a acção tem um final feliz, eis a comédia; se acaba mal é tragédia; nem a fatalidade trágica, nem a comédia anestesiante; apenas a trama relacional das consciências no autêntico drama que é a vida. Também a cruz é drama: não é comédia; não é tragédia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Lisboa, 27 de Fevereiro de 2007&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoTitle"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;Os participantes&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; (Por Francisco Narciso)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2493746151615797275?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2493746151615797275/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2493746151615797275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2493746151615797275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2493746151615797275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/protocolo-da-segunda-sesso.html' title='Protocolo da segunda sessão'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-3598383680804929527</id><published>2007-03-05T22:57:00.000Z</published><updated>2007-03-05T23:10:33.967Z</updated><title type='text'>Protocolo da 3ª Sessão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; line-height: normal;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-variant: small-caps;"&gt;Universidade Católica Portuguesa&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; line-height: normal;" align="right"&gt;&lt;span style="font-size: 13pt;"&gt;Faculdade de Teologia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: right; line-height: normal;" align="right"&gt;Seminário de Filosofia da Consciência, segundo Bernard Lonergan&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Protocolo da 3ª Sessão,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: normal;"&gt;Participantes:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;- …&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;A sessão iniciou-se com a leitura e análise do protocolo da sessão anterior, sendo este, depois de algumas observações e correcções, aprovado por todos os membros deste Seminário. Devido a algumas questões levantadas, no referido protocolo, acerca do Blog (&lt;a href="http://www.filosofiaconsciente.blogspot.com/"&gt;www.filosofiaconsciente.blogspot.com&lt;/a&gt;), o Professor incentivou à participação de todos no mesmo. Ficou dito que os elementos deste Seminário também serão colocados no Blog para facilitar a elaboração da lista de presenças de cada sessão. Ficou definido que os protocolos de cada sessão também devem ser colocados on-line na segunda-feira anterior à sua leitura, para que possa, antecipadamente, ser corrigido por cada participante do Seminário. Neste contexto de Inter-comunicações, foi novamente referida a actual importância da Internet.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;Estava programado para esta sessão a análise e estudo do Epílogo, em Português, da obra &lt;i style=""&gt;Insight &lt;/i&gt;de Bernard Lonergan, mas, devido à falta de material da maioria dos participantes, foram fotocopiadas as três primeiras páginas, para uma análise imediata na sessão. Enquanto se realizava este processo, o Professor avançou com um comentário e análise ao último capítulo da obra acima referida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;Neste último capítulo, Bernard Lonergan faz uma recapitulação da obra, chamando a atenção para cinco temas tratados. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraph" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.2pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;1.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Relação entre conhecimento e realidade&lt;/b&gt;, ou seja, entre uma Filosofia do Conhecimento ou teoria cognitiva e uma Filosofia da Consciência. Influenciado pela Filosofia Moderna, Bernard Lonergan também parte do conhecimento unindo-o ao estudo da consciência como meios para alcançar o Ser. A filosofia de Bernard Lonergan é, deste modo, um permanente diálogo com o saber antigo (quanto à busca do Ser) e o conhecimento moderno. É isto que torna a sua filosofia atraente: é uma nova construção, uma novidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;As filosofias modernas definem vários tipos de conhecimento: conhecimento do senso comum, conhecimento científico; conhecimento teórico, que não está preso a um método; ou conhecimento filosófico. Lonergan faz a análise de todos eles, pois todos têm em comum a &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Intelecção&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Mas o que é a &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Intelecção&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; para Lonergan? É a capacidade do Ser atento e razoável de experimentar o fenómeno da realidade, ajuizar o alcance dessa realidade e extrair dela uma responsabilidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.2pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;2.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Relação entre a ciência &lt;/b&gt;humana ou exacta&lt;b style=""&gt; e a cosmologia&lt;/b&gt;. Esta distinção que é feita não é decisiva, pois há uma continuidade: a estrutura do conhecimento científico reflecte a estrutura do &lt;i style=""&gt;cosmos.&lt;/i&gt; Lonergan concebe a Teoria da Probabilidade Emergente das Ciências, como se constatou pela visualização de um gráfico dado anteriormente pelo professor e agora explicado. Está aqui patente uma “ideia de escada” em que cada ciência analisa aquilo que lhe é possível pelo método que utiliza; quando não consegue, dá lugar a uma outra ciência. No início deste processo está a matemática: é ela que cria a linguagem que será utilizada e aplicada pelas ciências exactas. No fim do processo está a Filosofia (e no fim desta está Jesus Cristo) que nos permite falar quer das ciências quer do cosmos: estão sempre a surgir novos elementos que têm de ser tratados a outros níveis.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.2pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;3.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Questões da acção humana, &lt;/b&gt;isto é, quando dentro do &lt;i style=""&gt;cosmos &lt;/i&gt;identificamos o Ser Humano, que se caracteriza pela Liberdade, pela Razão, deparamo-nos também com a &lt;b style=""&gt;existência do mal&lt;/b&gt;. &lt;b style=""&gt;Mal físico&lt;/b&gt;, que vem do exterior, e que o homem tenta suprimir com os remédios e o &lt;b style=""&gt;mal moral&lt;/b&gt;, interno, referente à relação humana. Este último, para Lonergan, é misterioso na sua origem e também não há uma cura completamente racional para ele. É aqui que a Filosofia cede à Teologia, a Razão dá lugar à Fé, temas que serão, respectivamente, o quarto e quinto tratados por Lonergan. Anteriormente há um &lt;b style=""&gt;problema de Interpretação. &lt;/b&gt;Nós queremos comunicar para compreender os actos da nossa consciência. A nossa&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;consciência quer ser reconhecida, e só o pode ser no contacto com outras consciências; é aquilo que Bernard Lonergan denomina de Manifestação Dramática da Consciência.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.2pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;4.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Deus e a Filosofia – &lt;/b&gt;a questão que aqui se coloca é como é que a consciência racional da realidade e da ética ascende até à concepção de Deus, respeitando a Liberdade do Homem, para se confrontar com a existência do mal que exige a passagem da Razão à fé, da inteligência auto-confiante em &lt;i style=""&gt;intellectus quarens fidem&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;O entendimento humano está num perpétuo desenvolvimento, pois o desejo humano de conhecer nunca é satisfeito. A consciência, o compreender que é compreendido, que é espiritual, apesar de partir de dados particulares da percepção para elaborar leis universais, não pode ser condicionada pela experiência sensorial. É o entendimento que unifica o agregado de sensações que recebe do exterior. É a reflexão crítica que se interroga quanto à correspondência dos dados da experiência com a lei que se pretende afirmar, e se essa correspondência é decisiva para se poder afirmar essa lei como universal até ser provado algo em contrário. A existência de Deus não se verifica na experiência, mas na conclusão de um argumento que, apesar de poder ser refutado, é, no momento actual, o máximo de perfeição do entendimento humano. &lt;b style=""&gt;Então, se o real é, no fundo, inteligível, Deus existe.&lt;/b&gt; &lt;b style=""&gt;Como o real é, Deus existe!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;Lonergan apresenta três tipos de causas externas na origem do real: eficiente, final e exemplar, que nos levam até Deus. Criador porque faz sair do nada. Causa do mundo porque o mundo depende dele. A existência de Deus e do que existe são inteligíveis. E isso é possível porque existe o acto ilimitado de inteligibilidade.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.2pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;5.&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 7pt; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;b style=""&gt;Fé e Razão &lt;/b&gt;relacionadas com o problema da existência do mal e a incapacidade de ser superado apenas pela Razão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;Estes dois últimos temas foram apenas aludidos pelo professor, não tendo para este último, material necessário para uma boa apreciação. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;"&gt;Já no final da sessão, ficou programado que, na próxima sessão, se procederá à análise do epílogo da Obra &lt;i style=""&gt;Insight.&lt;/i&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoListParagraph" style="margin-left: 14.2pt; text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Lisboa, 28 de Fevereiro de 2007&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-3598383680804929527?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/3598383680804929527/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=3598383680804929527' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3598383680804929527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/3598383680804929527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/protocolo-da-3-sesso.html' title='Protocolo da 3ª Sessão'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-8303325917048280761</id><published>2007-03-04T12:39:00.000Z</published><updated>2007-03-04T12:47:52.735Z</updated><title type='text'>Tim Berners-Lee</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/Req9_HJ4QdI/AAAAAAAAAhw/hdEoqPt1VhA/s1600-h/Berners-Lee.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/Req9_HJ4QdI/AAAAAAAAAhw/hdEoqPt1VhA/s400/Berners-Lee.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5038048025117213138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante acrescentar que tendo pertencido a uma confissão cristã inglesa, Tim Berners-Lee sempre expressou que ao criar os instrumentos decisivos da Internet procurou um desígnio de comunhão humana universal, uma filosofia cristã mas sem o dogma. Actualmente pertence com sua família à Igreja Unitária Universalista, em Boston.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-8303325917048280761?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/8303325917048280761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=8303325917048280761' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8303325917048280761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/8303325917048280761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/tim-berners-lee.html' title='Tim Berners-Lee'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/Req9_HJ4QdI/AAAAAAAAAhw/hdEoqPt1VhA/s72-c/Berners-Lee.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1982488205895634673</id><published>2007-03-03T11:14:00.000Z</published><updated>2007-03-03T12:23:47.784Z</updated><title type='text'>Todos contra Todos? ou contra O Ser Primeiro?</title><content type='html'>Nos dias actuais deparamo-nos com uma série enorme de intranquilidades. O homem que, procurando conhecer-se a si mesmo, se encontra nesta encruzilhada de princípios que o levam a escapulir-se nesta imensidão de desejos; ora por anseio das suas próprias vontades quer por uma coação, já não está nesta visão cartesiana, enquanto animal dotado de razão, pouco menos nesta dimensão platónica do logos como tal. Ele procura no vazio achar a razão do seu proceder, procurando, a todo o custo, remendar o seu próprio EGO. Ora guerreia sem principio nem causa contra todos e tudo, ora lamenta-se de ser tão frágil contra tudo e menos nada. Diz ser consciente da sua própria consciencia, mas dele sobresai apenas o abismo implacável, como se a sua Arkhé tivesse sido para tal codificada pela razão última de todas as coisas, como se aquela Inteligência das Inteligências o tivesse transmitido esse alelo desde a sua génese.&lt;br /&gt;No certo é que este Ser racional não é jamais racional, é apenas um ser que atinge alguma racionalidade mas nunca se identifica com ela, entenda-se! Quer, ao mesmo tempo ser o divino, mas também pede o amparo do divino, como que com a ajuda do divino quer alcançar essa divindade para, finalmente retirá-la do seu espaço. O homem joga, na sua dimensão mortal, com os seres que-o transcendem, tenta compreedê-los a todo o suor e, no horizonte desse seu ethos já se manifesta não como ser da polis, mas como selvagem elevado, ele quer ser e ser mais superando a sua causa Última. Está soterrado na busca e renegação permanente e contraditória do seu próprio existir. Procura-se a si próprio sem nunca encontrar-se, quer ter Robôs pela clonagem para o substituir na vida, ao mesmo tempo que sente-se sufocado por isso; decide então reduzir-se a sí próprio recorrendo ao "BabyStop!"(quer aniquilar a sua própria espécie a todo o custo, quer pelas constantes guerras, quer pelos abortos, ou até mesmo recorrendo a eutanásia). No final do seu desejo de glória, que se moveu neste eros pela divindade, encontra-se reduzido a uma relação bilateral com um seu semelhante, o canino. Este último, cada vez mais hominizado, se encontra nesta posição divinizada perante todos os outros mamíferos. Parece que seria essa a posição desejada do homem perante a Razão Última de todas as coisas!(...)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1982488205895634673?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1982488205895634673/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1982488205895634673' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1982488205895634673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1982488205895634673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/todos-contra-todos-ou-contra-o-ser.html' title='Todos contra Todos? ou contra O Ser Primeiro?'/><author><name>Edgar  Paulo Cadir</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13843597220920647801</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_Mp_dZVfZnmE/SpeUGi3RRmI/AAAAAAAAAGY/D3jyLvUmUVc/S220/Img027.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2219251725063588964</id><published>2007-03-01T12:53:00.000Z</published><updated>2007-03-01T12:56:35.255Z</updated><title type='text'>Configurações da Consciência - segundo Bernard Lonergan</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;1.   &lt;strong&gt;Manifestação Biológica&lt;/strong&gt; – consciência do ritmo cardíaco, da respiração. Algumas formas de religião, como o Budismo por exemplo, favorecem esta forma de consciência para aceder a outros níveis ou patamares, pois este nível Biológico da Consciência é, normalmente, inconsciente. Esta forma de manifestação da consciência pode levar-nos a pensar sobre o sentido dos milagres (só acontecem nos que acreditam) e, por conseguinte, no poder e papel da Consciência no Ser Humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;2.   &lt;strong&gt;Manifestação Estética&lt;/strong&gt; – O Ser Humano tem, sem dúvida, carências vitais mas, ao contrário dos outros seres, realiza essas acções de forma estética. O Homem cozinha para comer, veste-se para se proteger do frio, constroi casas para se abrigar e viver. Segundo Søren Kierkegaard é uma forma de &lt;em&gt;viver bem com o mundo&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;3.   &lt;strong&gt;Manifestação Moral&lt;/strong&gt; – O homem escolhe entre valores, estabelece realações de preferência porque as coisas foram sujeitas a uma avaliação pelo Homem. Segundo Søren Kierkegaard é a forma de &lt;em&gt;estar bem consigo mesmo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;4.   &lt;strong&gt;Manifestação Religiosa&lt;/strong&gt; – O Homem tem de estabelecer prioridades, a religião consiste em eleger a realidade mais importante, o ser mais real perante o qual temos todas as coisas. “Ens realissimus!” É esta uma verdadeira atitude de devoção “fans”, fanático ou se quisermos, fã. Neste sentido somos todos naturalmente religiosos pois ecolhemos prioridades, elegemos a realidade mais importante. Santo Agostinho diz “Ama e faz o que quiseres”, mas primeiro ama! Segundo Søren Kierkegaard é a forma de &lt;em&gt;estar bem com Deus.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;5.   &lt;strong&gt;Manifestação Intelectual&lt;/strong&gt; – Esta é a manifestação a que a Filosofia mais nos habituou: esclarecer, porque o conhecimento não é uma transformação da realidade, é ela que se ilumina, se esclarece. Não há realidade sem consciência e esta ligação é possível pela linguagem. O Lógos é linguagem, luz e realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;6.   &lt;strong&gt;Manifestação Dramática&lt;/strong&gt; – Drama = Acção. A cosnciência manifesta-se no contacto com outras consciências. É nestas relações de consciências que ela se desenvolve e cresce. A acção humana visa alcançar o Bem, mas, como o Homem é livre, pode acabar Mal.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2219251725063588964?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2219251725063588964/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2219251725063588964' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2219251725063588964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2219251725063588964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/configuraes-da-conscincia-segundo.html' title='Configurações da Consciência - segundo Bernard Lonergan'/><author><name>Júlio Pereira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00894330689453810282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-116389910560324263</id><published>2007-03-01T10:13:00.000Z</published><updated>2007-03-01T10:19:10.428Z</updated><title type='text'>Internet e Tim Berners Lee</title><content type='html'>Embora não esteja directamente relacionado com o tema do semináiro, a internet tem sido alvo de algumas referencias nos últimos tempos. se quiserem ver um pouco mais sobre aquilo que tem sido falado aqui ficam alguns links, a maioria dos quais da nossa amiga wikipedia, uma enciclopédia online gratuita e feita por qualquer um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre Tim Berners Lee: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tim_Berners-Lee"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tim_Berners-Lee&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a internet em geral: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet"&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o centro de pesquisa onde trabalhava (o CERN): &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CERN"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/CERN&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quiserem saber mais alguma coisa é simples: &lt;a href="http://www.google.com"&gt;www.google.com&lt;/a&gt; e pesquisem. A Internet foi feita para ser bem usada, e se tal acontecer traz muitos beneficios!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-116389910560324263?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/116389910560324263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=116389910560324263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/116389910560324263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/116389910560324263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/03/internet-e-tim-berners-lee.html' title='Internet e Tim Berners Lee'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-7229859533508507383</id><published>2007-02-28T16:11:00.001Z</published><updated>2007-02-28T16:11:28.953Z</updated><title type='text'>Ética contida no ser</title><content type='html'>"Não há dúvida de que estamos a viver um momento de desenvolvimento extraordinário na capacidade humana de decifrar as regras e as estruturas da matéria e no consequente domínio do homem sobre a natureza. Todos nós vemos as grandes vantagens deste progresso, e vemos cada vez mais também as ameaças de uma destruição da natureza pela força da nossa acção. Existe outro perigo menos visível, mas não menos preocupante: o método que nos permite conhecer cada vez mais profundamente as estruturas racionais da matéria torna-nos cada vez menos capazes de ver a fonte desta racionalidade, a Razão criadora. A capacidade de ver as leis do ser material torna-nos incapazes de ver a mensagem ética contida no ser, mensagem que a tradição denomina lex naturalis, lei moral natural." (Bento XVI na abertura do congresso sobre Direito Natural na Universidade Pontifícia Lateranense em 12/Fev/2007)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-7229859533508507383?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/7229859533508507383/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=7229859533508507383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7229859533508507383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/7229859533508507383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/02/tica-contida-no-ser.html' title='Ética contida no ser'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-6803504012478984502</id><published>2007-02-21T16:27:00.000Z</published><updated>2007-02-21T16:32:19.210Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eric Voegelin'/><title type='text'>Contra os que querem (erradamente) começar a filosofia e a teologia a partir do zero!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/RdxzxEV1UtI/AAAAAAAAAd4/McTvfeooKu4/s1600-h/ercvgln2.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/RdxzxEV1UtI/AAAAAAAAAd4/McTvfeooKu4/s400/ercvgln2.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5034025770309472978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando [ John Locke ] aborda o Cristianismo faz tábua rasa da história ocidental. No seu Ensaio sobre o Entendimento Humano varre os esforços metafísicos anteriores e começa a filosofar a partir do zero.  Na RAzoabilidade do Cristianismo faz uma varredura similar de toda a tradição cristã, e começa uma análise do Novo Testamento como se fosse um livro publicado ontem. A consciência é um papel em branco pronto para receber a impressão do Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; CW Vol 24 (HPI-VI),&lt;br /&gt;Chapter 4, The English Quest for the Concrete,&lt;br /&gt;§ 2f. Locke's Reasonableness of Christianity, p 173.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-6803504012478984502?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/6803504012478984502/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=6803504012478984502' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6803504012478984502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/6803504012478984502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/02/contra-os-que-querem-erradamente-comear.html' title='Contra os que querem (erradamente) começar a filosofia e a teologia a partir do zero!'/><author><name>mch</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08823455191706623233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HTzLi2LVwLY/RdxzxEV1UtI/AAAAAAAAAd4/McTvfeooKu4/s72-c/ercvgln2.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-2507627114449536299</id><published>2007-02-15T11:36:00.000Z</published><updated>2007-02-15T11:40:51.461Z</updated><title type='text'>Página pessoal do professor</title><content type='html'>Aqui fica o link para a página pessoal do docente do seminário, o professor doutor Mendo de Castro Henriques: &lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/"&gt;http://pwp.netcabo.pt/netmendo/&lt;/a&gt; , em particular a parte de Bernard Lonergan &lt;a href="http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_tudo.htm"&gt;http://pwp.netcabo.pt/netmendo/lonergan_tudo.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mail do professor recordo que é netmendo@netcabo.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-2507627114449536299?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/2507627114449536299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=2507627114449536299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2507627114449536299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/2507627114449536299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/02/pgina-pessoal-do-professor.html' title='Página pessoal do professor'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6508649328539877783.post-1168540424878726050</id><published>2007-02-14T11:42:00.000Z</published><updated>2007-02-14T11:44:12.802Z</updated><title type='text'>Primeiro Post</title><content type='html'>Benvindos todos os alunos do seminário de Filosofia da Consciencia de Bernard Lonergan. Se tiverem alguma dúvida sobre o funcionamento de blogs podem mandar um mail para alves.trabalho@gmail.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6508649328539877783-1168540424878726050?l=filosofiaconsciente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/feeds/1168540424878726050/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6508649328539877783&amp;postID=1168540424878726050' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1168540424878726050'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6508649328539877783/posts/default/1168540424878726050'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://filosofiaconsciente.blogspot.com/2007/02/primeiro-post.html' title='Primeiro Post'/><author><name>Paulo Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00333880604055930043</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
